NGB - Contratorpedeiro Sergipe - D 35

1822             -                NAVIOS DE GUERRA BRASILEIROS            -               Hoje

 

CT Sergipe - D 35

Classe Allen M. Sumner - FRAM II (1)

 

"Siri Danado"

 

D a t a s

 

Batimento de Quilha: 9 de abril de 1944
Lançamento: 1º de outubro de 1944
Incorporação (USN): 17 de fevereiro de 1945
Baixa (USN): 15 de julho de 1973
Incorporação (MB): 16 de julho de 1973

Baixa (MB): 17 de outubro de 1995

 

C a r a c t e r í s t i c a s

 

Deslocamento: 2.200 ton (padrão), 3.320 ton (carregado).
Dimensões: 114.8 m de comprimento, 12.5 m de boca e 5.8 m de calado.
Propulsão: 4 caldeiras Babcock & Wilcox de 43.3 kg/cm2 a 454º C; 2 turbinas a vapor G.E., gerando 60.000 shp, acoplados a dois eixos e dois hélices.

Eletricidade: dois turbo-geradores de 400kW AC/50Kw DC e dois motores diesel-geradores de 100kW AC.

Velocidade: máxima de 34 nós.

Raio de ação: 5.800 milhas náuticas.
Armamento: 6 canhões de 5 pol. (127 mm) em três torres Mk-38 duplas; 2 lançadores de bomba granada A/S (LBG) Mk 10 e 2 lançadores triplos Mk 32 de torpedos A/S de 324mm.

Sensores: 1 radar de vigilância aérea tipo AN/SPS-40; 1 radar de vigilância de superfície AN/SPS-10B; IFF Mk-10; agulha giroscópica Sperry Mk-11 mod.6, LORAN AN/UPN-12B, odômetro de fundo, 1 ecobatimetro AN/UQN-11D, 1 radar de direção de tiro Mk-25 mod.3, acoplado ao sistema de direção de tiro Mk-37 mod.109 integrado ao sistema de designação de alvos Mk-5; MAGE AN/WLR 1C e WLR 3A; um sonar de casco AN/SQS-40 e um sonar de profundidade variável SQA-10 integrados ao sistema de direção de tiro A/S Mk-105 mod.32.

Aeronaves: 1 helicóptero Westland UH-2 Wasp.

Código Internacional de Chamada: PWSE

Tripulação: 274 homens, sendo 14 oficiais e 260 praças.

Obs: Características da época da incorporação na MB.

 

H i s t ó r i c o

 

O Contratorpedeiro Sergipe - D 35, ex-USS James C. Owens - DD 776, foi o segundo navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil em homenagem ao Estado de Sergipe(2). O Sergipe foi construído pelo estaleiro Bethlehem Steel Shipyard Co., em San Pedro, Califórnia. Foi transferido e incorporado a Marinha do Brasil, sendo submetido a Mostra de Armamento em 16 de julho de 1973, junto com o CT Alagoas - D 36 em cerimônia presidida pelo Adido Naval em Washington, Contra-Almirante Labarthe, realizada na Base Naval de San Diego (Califórnia), em cumprimento ao Aviso do MM n.º 589 de 29/06/1973, assinado pelo Almirante-de-Esquadra Adalberto de Barros Nunes, Ministro da Marinha. Naquela ocasião, assumiu o comando, o Capitão-de-Fragata Lizé Costa.

 

A oficialidade do recebimento do Sergipe foi a seguinte:

 

     - CF Lizé Costa – Comandante

     - CC Egberto Baptista Sperling - Imediato

     - CC Aloysio Romano Moreira - Chefe do Depto. de Máquinas

     - CC Amadeu Martire Filho - Chefe do Depto. de Operações

     - CC Hermínio Ferreira de Mattos Filho - Chefe do Depto. de Armamento

     - CT (IM) Osmar Boavista da Cunha Júnior - Chefe do Depto. de Intendência

     - CT Lima - Enc. Div. M

     - CT Ralph Vasconcellos Rosa - Enc. Div. R

     - CT Cristalli - Enc. Div. O-1

     - CT Ronado Fiuza de Castro - Enc. Div. O-2

     - CT Aldyr Vianna - Aj. Div O-2

     - CT Raposo - Enc. Div. F

     - CT Luíz Cesar de Mendonça- Enc. 1ª Div.

     - CT (MD) Ewaldo - Enc. Div. S

     - 1º Ten. (IM) Miguel - Enc. Div. I

     - 1º Ten. Arthur Oscar de Freitas Júnior - Aj. Div. O-2

     - 2º Ten. Paes - Enc. 2ª Div.

 

1973

 

Realizou Comissão de Ajustes (Shakedown Cruise) de recebimento ao largo de San Diego.

 

Suspendeu de San Diego, para travessia com destino ao Brasil, escalando em Manzanillo (México), Cidade do Panamá (Panamá), Port of Spain (Trinidad e Tobago), Belém (PA), Fortaleza (CE), Recife (PE), Salvador (BA) e finalmente Rio de Janeiro.

 

1974

 

Realizou Comissão de Adestramento com a Força de Contratorpedeiros.

 

1975

 

Participou das Operações Pré-UNITAS I e II.

 

Em setembro, participou da Operação UNITAS XVI, da qual, entre outros navios, participaram o CT USS William V. Pratt - DDG 44 e o SNA Skate - SSN 578.

 

1979

 

Conquistou o Troféu de Eficiência - "E", relativo ao ano de 1978.

 

1980

 

Entre 7 e 28 de janeiro, participou da Comissão ASPIRANTEX/80, integrando a Força-Tarefa 10.1 comandada pelo Comandante em Chefe da Esquadra (ComenCh), Vice-Almirante Paulo de Bonoso Duarte Pinto. A FT era composta pelo NAeL Minas Gerais - A 11, F Liberal - F 43, CT Mariz e Barros - D 26, Alagoas - D 36, Santa Catarina - D 32, Maranhão - D 33, Rio Grande do Norte - D 37, S Goiás - S 15 e Tonelero - S 21 e o NT Marajó - G 27. Foram visitados os portos de Recife (PE), Fortaleza (CE), Salvador (BA) e Vitória (ES).

 

Em abril, integrou um Grupo-Tarefa, sob o comando do ComemCh, VA Paulo de Bonoso, a bordo da Fragata Constituição – F 42, e que incluía também os Contratorpedeiros Santa Catarina - D 32, Alagoas - D 36 e Mariz e Barros - D 26, que realizou exercícios de apoio de fogo naval, inaugurando a nova Raia de Tiro da Ilha de Alcatrazes, próximo a São Sebastião, litoral de São Paulo.

 

Conquistou o Troféu de Eficiência relativo ao ano de 1979, "E-Barra" e o Troféu de Tiro Almirante Ayres da Fonseca Costa.

 

Em agosto, participou da comissão ÁFRICA 80, junto com o CT Alagoas - D 36 e o NT Marajó - G 27, visitando os portos de Lagos (Nigéria), Abidjan (Costa do Marfim) e a Ilha de Ascensão (Território Britânico). Em Lagos esses navios se juntaram ao NE Custódio de Mello – U 26, em escala da XXII Viagem de Instrução de Guardas-Marinha, para fazerem a travessia de volta ao Brasil.

 

Em 5 de setembro, durante a Operação Pré-UNITAS foi realizado o primeiro pouso de um helicóptero UH-2 Wasp a bordo de um Contratorpedeiro da Marinha do Brasil, quando CF Pedro Lynch, então Comandante do HU-1, pousou a bordo do Sergipe.

 

Em setembro e outubro, participou da 2ª Fase da Operação UNITAS XXI, realizada na área marítima entre o Rio de Janeiro e Recife (PE), integrando o GT brasileiro sob o comando do Contra-Almirante Walter Faria Maciel. O GT norte-americano, sob o comando do Contra-Almirante (USN) Peter K. Cullins, era composto pelo CT USS Arthur W. Radford - DD 968, USS King - DDG 41, Fragata USS Pharris FF 1094 e pelo Submarino Nuclear de Ataque USS Snook - SSN 592.

 

1981

 

Entre os dias 19 de março e 1º de abril, participou da Operação FASEX II realizada na área marítima compreendida entre Salvador (BA) e Santos (SP), integrando uma FT sob o comando do ComenCh, VA Paulo de Bonoso Duarte Pinto. A FT era composta também pelo NAeL Minas Gerais - A 11 (capitânia), pelas F Defensora - F 41 e Constituição - F 42, pelos CT Mariz e Barros - D 26, Piauí - D 31, Santa Catarina - D 32 e Rio Grande do Norte - D 37, e pelos S Tonelero - S 21 e Riachuelo - S 22. Na ocasião foi realizado um desfile naval pelos navios da FT em homenagem ao ComenCh que foi promovido ao posto de Almirante de Esquadra durante essa comissão.

 

Em agosto, tornou-se o primeiro CT a realizar operação de reabastecimento de um helicóptero SH-3 Sea King, no caso o N-3011, em pleno vôo.

 

Entre 2 e 20 de agosto, participou da Operação UNITAS XXII, realizada na costa do norte e nordeste do Brasil, integrando o GT 138.2, sob o comando do VA Wilson Mourão dos Santos. O GT 138.2 era composto pelo NAeL Minas Gerais - A 11, F Niterói - F 40, Constituição - F 42 e Independência - F 44, pelos CT Alagoas - D 36 (capitânia), Rio Grande do Norte - D 37 e Espírito Santo - D 38, pelos S Goiás - S 15 e Riachuelo - S 22, NT Marajó - G 27, NO Belmonte - G 24, e pelos NV Araçatuba - M 18 e Albardão - M 20, além de helicópteros do HU-1 e HS-1. Essa UNITAS contou com a participação de unidades da Marinha da Venezuela, além da Norte-Americana. O GT norte-americano era composto pelos CT USS Stump - DD 978 (capitânia), USS Dahlgren - DDG 43, USS Barney - DDG 6, USS Steinaker - DD 862 e USS Vogelsand - DD 863, pelas F USS Koelsch - FF 1049 e USS Capodanno - FF 1093, NT USS Marias - T-AO 57, NDD USS Plymouth Rock - LSD 29, SNA USS Thomas Jefferson - SSN 618 e o Cutter USCGC Steadfast - WMEC 623. O GT venezuelano era composto pela F ARV Alte. Brion - F 22 e pelo S ARV Picuá - S 22.

 

Entre 28 de setembro e 15 de outubro, participou da Operação FRATERNO III realizada em conjunto com navios da Armada Argentina. Além do Sergipe, integravam o GT 100.2, sob o comando do Contra-Almirante Hugo Stoffel, ComForf, as F Niterói - F 40 e F Liberal - F 43, o CT Espírito Santo - D 38, o NT Marajó - G 27 e o S Goiás - S 15. O GT argentino era composto pelo CT ARA Hercules - D 1, as Cv ARA Drummond - P 1, ARA Guerrico - P 2 e ARA Granville - P 3 e o S ARA San Luis - S 32.

 

1983

 

Em outubro, participou da Operação FRATERNO V realizada em conjunto com navios da Armada Argentina no trecho Santos-Rio. Além do Sergipe, integravam o GT brasileiro as F Niterói - F 40 as F Independência - F 44, o Marcílio Dias - D 25, o NT Marajó - G 27 e o S Ceará - S 14. O GT argentino era composto pelo CT ARA Santissima Trinidad - D 2, as Cv ARA Drummond - P 1, ARA Guerrico - P 2 e ARA Granville - P 3 e o S ARA Salta - S 31. Foi visitado o porto de Santos (SP).

 

1984

 

Em janeiro, participou da Operação ASPIRANTEX 84/TROPICALEX I/84, realizada nas águas do nordeste, integrando a FT-10, na ocasião sob o comando do ComenCh, VA Luiz Leal Ferreira. A FT-10 era composta pelo NAeL Minas Gerais – A 11 (capitânia); as F Niterói – F 40, Constituição – F 42 e Independência – F 44; os CT Maranhão – D 33, Mariz e Barros – D 26, Marcílio Dias – D 25, Alagoas – D 36, Espírito Santo – D 38 e Santa Catarina –D 32; pelo NTrT Ary Parreiras – G 21; NT Marajó – G 27; NO Belmonte – G 24 e o S Ceará – S 14, além dos NV Atalaia – M 17 e Anhatomirim – M 16 como navios isolados.

 

Em maio, participou da Operação TEMPEREX I/84, realizada no litoral sul, integrando um FT composta pelo NAeL Minas Gerais - A 11 (capitânia), pelas F Defensora - F 41, Constituição - F 42 e União - F 45; CT Marcilio Dias - D 25, Mariz e Barros - D 26, Santa Catarina - D 32, Maranhão - D 33 e Alagoas - D 36; S Ceará - S 14 e Amazonas - S 16 e o NTrT Ary Parreiras - G 21.

 

Em setembro um GT da ForCT realizou a Operação ADEREX na área marítima entre o Rio de Janeiro e São Paulo, visitando o porto de Santos. Nessa comissão foi feito o adestramento da Turma I/84 do Curso de Especialização de Operadores de Sonar do CAAML. O GT era composto pelos CT Alagoas - D 36, Espírito Santo - D 38, Maranhão - D 33, Mato Grosso - D 34, Rio Grande do Norte - D 37 e Santa Catarina - D 32, além de dois helicópteros da ForAerNav.

 

Entre 1º e 10 de outubro, participou da Operação FRATERNO VI realizada em conjunto com navios da Armada Argentina. Além do Sergipe, integravam o GT brasileiro sob o comando do Chefe do Estado-Maior da Força de Contratorpedeiros, CMG Sergio Gitirana Chagasteles, as F Niterói - F 40 e Liberal - F 43, o CT Espírito Santo - D 38 e o S Ceará - S 14, além de três helicópteros da ForAerNav. O GT argentino era composto pela F ARA Heroina - D 12, a Cv ARA Drummond - P 1 e o S ARA San Luis - S 32. Foi visitado o porto de Mar del Plata (Argentina).

 

Em 26 de dezembro, por volta das 20:30h a cerca de 60 milhas do Rio de Janeiro, operando na Guarda de Aeronaves para o NAeL Minas Gerais - A 11, colidiu com o Navio de Cruzeiros M/V "Eugenio C". A colisão foi pelo lado de BB, já que o Sergipe guinou forte para Be na última hora. A proa foi totalmente destruida até a altura dos tubos dos canhões de 127 mm da torreta 51. Por sorte, apenas um Sargento saiu ferido, não aconteceu nenhuma explossão, já que um paiol foi atingido e a inuntação foi contida pela equipe de CAV do navio. Durante toda a noite a tripulação trabalhou na remoção do que foi possivel da munição do paiol atingido, para os paiois da popa, preparando o navio para docagem de emergencia. O navio entrou na Baia da Guanabara sem rebocadores e atracou por volta da 04:00h da manhã do dia 27 de dezembro.

 

1985

 

Em junho, concluiu Período Normal de Reparos (PNR), no AMRJ com a duração de seis meses. Entre outros serviços teve sua proa trocada, devido a colisão que sofreu em dezembro do ano anterior.

 

Em outubro, participou da Operação FRATERNO VII realizada em conjunto com navios da Armada Argentina no trecho Santo-Rio. Além do Sergipe, integravam o GT brasileiro as F Defensora - F 41 e União, o CT Espírito Santo - D 38 e o S Tonelero - S 21. O GT argentino era comporto pelas F ARA Heroina - D 12 e ARA Sarandi - D 13, as Cv ARA Guerrico - P 2 e ARA Granville - P 3 e o S ARA Salta - S 31. Foi visitado o porto de Santos (SP).

 

Entre 1º e 17 de dezembro, integrou o GT que realizou a Operação PINGÜIM, na área marítima entre o Rio de Janeiro e Rio Grande (RS). O GT era composto pelo NAeL Minas Gerais - A 11 (capitânia), pelas F Defensora – F 41, Constituição - F 42, Liberal - F 43 e União - F 45, os CT Mato Grosso - D 34, Piauí - D 31, Rio Grande do Norte - D 37, Espírito Santo - D 38, Santa Catarina - D 32 e Alagoas - D 36, os S Amazonas - S 16, Tonelero - S 21 e Riachuelo - S 22, o NT Marajó - G 27, NSS Gastão Moutinho - K 10 e o NO Belmonte - G 24. Também participaram do exercício aeronaves da ForAerNav e da FAB.

 

Em 13 dezembro, esteve em Santos (SP) integrando um GT composto pelo NAeL Minas - Gerais - A 11 (capitânia), a F Liberal - F 43, os CT Piauí - D 31 e Rio Grande do Norte - D 37, onde participou das comemorações do Dia do Marinheiro, presididas pelo ComemCh VA Hugo Stoffel.

 

1986

 

Em novembro, participou da Operação UNITAS XXVII, integrando Força-Tarefa constituída pelo NAeL Minas Gerais - A 11 (capitânia), as F Niterói - F 40 e Constituição - F 42, os CT Espírito Santo - D 38 e Rio Grande do Norte - D 37, o NT Marajó - G 27 e o S Riachuelo - S 22. Participaram pela Marinha dos EUA, os CT USS Hayler - DD 997, USS Lawrence - DDG 4, F USS John L. Hall - FFG 32, NDCC USS Boulder - LST 1190 e o SNA USS Scamp - SSN 588.

 

1987

 

Em dezembro, participou da Operação DRAGÃO XXIII, integrando FT sob o comando do ComenCh VA Mário César Flores.

 

1988

 

Em janeiro, participou da Operação ASPIRANTEX 88/TROPICALEX I/88 realizada na área marítima entre o Rio de Janeiro e Alagoas, integrando a Força-Tarefa 10, sob o comando do ComenCh, Vice-Almirante José do Cabo Teixeira de Carvalho. Participaram da operação o NAeL Minas Gerais - A 11, as F Niterói - F 40, Constituição - F 42 e Independência - F 44, os CT Marcilio Dias - D 25, Maranhão - D 33, Piauí - D 31 e Espírito Santo - D 38, o NDCC Duque de Caxias - G 26, o NTrT Custodio de Mello - G 20, o NT Marajó - G 27 e os S Humaitá - S 20, S Riachuelo - S 21 e S Goiás - S 15. Foram visitados os portos de Salvador (BA), Recife (PE).

 

1995

 

Em 17 de outubro, deu baixa do serviço ativo. Em 22 anos de serviço, atingiu as marcas de 350.560 milhas navegadas em 1.377 dias de mar.

 

 

R e l a ç ã o    d e    C o m a n d a n t e s

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Comandante Período
CF Lizé Costa 16/07/1973 a 06/02/1975
CF Augusto Cesar da Silveira Carvalhêdo 06/02/1975 a 02/09/1976
CF Roberto De Lorenzi Filho 02/09/1976 a 17/02/1978
CF Marcelo Mota Teixeira 17/02/1978 a 27/07/1979
CF Luiz Paulo Aguiar Reguffe 27/07/1979 a 28/08/1980
CF Egberto Baptista Sperling 28/08/1980 a 02/03/1982
CF Augusto José Souza Coimbra 02/03/1982 a 02/03/1983
CF Wanderley Seabra Pinto 02/03/1983 a 02/03/1984
CF Fernando Augusto Marinho Sampaio 02/03/1984 a 04/03/1985
CF João Baptista Francisco Chegas 04/03/1985 a 05/03/1986
CF Rogério da Cunha Coutinho 05/03/1986 a 31/03/1987
CF Rogério Ewerton Pinto 31/03/1987 a 27/04/1988
CF Gilberto Roque Carneiro 27/04/1988 a 03/05/1989
CF Delcio Machado de Lima 03/05/1989 a 03/05/1990
CF Marcus Vinicius Oliveira dos Santos 03/05/1990 a 30/07/1991
CF Luiz Umberto de Mendonça 30/07/1991 a 31/07/1992
CF Nelson Lanza Pires de Oliveira 31/07/1992 a 30/07/1993
CF Paulo Gustavo Pinto César de Carvalho 30/07/1993 a 15/07/1994
CF Márcio de Andrade Nogueira 15/07/1994 a 13/10/1995

 

I m a g e n s

 

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H i s t ó r i c o  A n t e r i o r

 

 

B i b l i o g r a f i a

 

- Moore, John. Jane's Fightining Ships 1980-1981. London: Jane's Publishing Company Limited, 1980.

 

- Mendonça, Mário F. e Vasconcelos, Alberto. Repositório de Nomes dos Navios da Esquadra Brasileira. 3ª edição. Rio de Janeiro. SDGM. 1959. p.238.

 

- Mendonça, José R. A Marinha Brasileira de 1940-2000. Rio de Janeiro. José Ribeiro de Mendonça, 2001.

 

- Friedman, Norman. U.S. Destroyers: An Illustrated Design History. Annapolis, MD. United States Naval Institute, 1980.

 

- NavSource Naval History - www.navsource.org

 

- NOMAR - Notícias da Marinha, Rio de Janeiro, SDGM, n.º 439, jan. 1980; n.º 443, mai. 1980; n.º 454, abr. 1981; n.º 458, ago. 1981; n.º 459, set. 1981; n.º 496, out. 1984; n.º 509, jan. 1986; n.º 520, dez. 1986; n.º 534, fev. 1988; n.º 535, mar. 1988.

 

- Revista Tecnologia & Defesa, São Paulo, n.º 11, fevereiro de 1984; n.º 13, 1984, n.º 36, 1988.

 

- Colaboração Especial do CMG (RRm) Egberto Baptista Sperling.


(1) Os Sumners eram também conhecidos no Brasil como Tipo 700.

(2) Sergipe nome que em tupi significa "rio dos siris".