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1822 - NAVIOS DE GUERRA BRASILEIROS - Hoje |
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CT Paraíba - D 28 Classe Garcia
"Lobo do Mar"
D a t a s
Batimento
de Quilha: 20 de setembro de
1963 Baixa (MB): 26 de julho de 2002
C a r a c t e r í s t i c a s
Deslocamento:
2.624 ton (padrão), 3.560 ton (carregado). Combustivel: 600 tons. Eletricidade: geradores diesel produzindo um total de 2.000 kw. Velocidade: máxima de 27 nós. Raio
de ação: 4.000 milhas náuticas
a 20 nós. Sensores: 1 radar de vigilância aérea tipo SPS-40B; 1 radar de vigilância de superfície SPS-10C, 1 radar de navegação LN-66; 1 radar de direção de tiro Mk-35, acoplado ao sistema de direção de tiro Mk-56; TACAN SRN-15; CME ULQ-6B; MAGE WLR 1C e WLR 3A; 2 lançadores sêxtuplos de chaffs/flares RBOC Mk 33, sonar de casco SQS-26 BX, integrado ao sistema de direção de tiro A/S Mk-114 e engodo rebocável para torpedos SLQ-25 Nixie. Sistema
de Dados Táticos: ?. Código Internacional de Chamada: PWPB Tripulação: 286 homens, sendo 18 oficiais e 268 praças. Obs: Características da época da incorporação na MB.
H i s t ó r i c o
O Contratorpedeiro Paraíba - D 28, ex-USS Davidson - FF 1045, é o quinto navio a ostentar esse nome(1) na Marinha do Brasil, homenagem ao estado homônimo localizado no nordeste brasileiro. Em 15 de abril de 1989, foi autorizado pelo Governo Norte-Americano, a transferência por empréstimo a MB, de quatro Fragatas da classe Garcia. O Paraíba foi construído pelo estaleiro Avondale Shipyards, em New Orleans, Louisiana. Foi incorporado a Marinha do Brasil em cerimonia realizada na Base Naval de San Diego, Califórnia, em 25 de julho de 1989.
Cabe notar que o Paraíba, foi incorporado a U.S. Navy como Contratorpedeiro de Escolta, sendo reclassificado como Fragata em 1975, assim como todas as outras unidades de escolta dotadas de apenas um eixo propulsor.
1989
O Paraíba, realizou seu primeiro lançamento real de ASROC, já incorporado a MB, contra um drone submarino. Esse bem sucedido lançamento, foi realizado numa área de exercícios em San Diego, e foi monitorado por hidrofones de uma estação em terra.
Depois de escalar em Manzanillo (México), Cartagena (Colômbia), Port-of-Spain (Trinidad e Tobago) e Recife, chegou ao Rio de Janeiro em 13 de dezembro.
1996
Em 4 de março, passou a subordinação do Comando do 1º Esquadrão de Contratorpedeiros, criado na mesma data.
2000
Participou da Operação ASPIRANTEX-00.
Participou da Operação TROPICALEX/APRESTEX 00, realizada na área marítima entre o Rio de Janeiro e Natal, integrando a FT 803, formada pela 2ª Divisão da Esquadra, sob o Comando do ComemCh. Também integravam a FT 803, as F Niterói, Defensora, Greenhalgh, Rademaker; NDD Rio de Janeiro; Cv Jaceguai e os NT Marajó e Almirante Gastão Motta. O S Timbira, navios do 1º, 2º e 3º DN e aeronaves da FAB apoiaram a Operação. Foram visitados os portos de Salvador (BA), Recife (PE), Cabedelo (PB), Natal (RN) e Maceió (AL).
2001
Em 31 de janeiro, passou a subordinação do Comando do 2º Esquadrão de Escolta (ComEsqdE-2), criado pelo Decreto n.º 3682 de 06/12/2000.
Em fevereiro, a MB recebeu o certificado de transferência do CT Paraíba, do Governo dos EUA, adquirido definitivamente em 24 de janeiro.
2002
Em 26 de julho, pela manhã deu baixa do serviço, sendo submetido a Mostra de Desarmamento em cerimônia conjunta com a do CT Paraná, no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro. A partir dessa data, foi colocado na reserva, permanecendo preservado.
2005
No dia 7 de fevereiro, as 14:00h o casco do ex-CT Paraná partiu pela última vez do Rio de Janeiro, a reboque do Rebocador "Champ", com destino a Alang (Índia) onde seria desmanchado. O casco veio a naufragar ainda no litoral do Rio de Janeiro.
R e l a ç ã o d e C o m a n d a n t e s
I m a g e n s
H i s t ó r i c o A n t e r i o r
B i b l i o g r a f i a
- Baker III, A.D. Combat Fleets of the World 1998-1999. Annapolis, MD: Naval Institute Press, 1998.
- Sharp,
Richard. Jane's Fighting Ships 1996-1997. London: Jane's
Publishing Company Limited, 1996.
- NOMAR - Notícias da Marinha, Rio de Janeiro, SRPM, n.º 696, abr. 2000; n.º 699, jul. 2000; n.º 707, mar. 2001. (1) Em Tupi, Pará significa "Rio Impraticavel". Tam'bem é o nome de uma árvore brasileira, da família das rutácias (simarabus versicolor). |
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