|
Vapor
Paraense
Classe
?
D
a t a s
Batimento
de Quilha: ?
Lançamento: 18 de maio de 1851
Incorporação: 1851
Baixa: ?
C
a r a c t e r í s t i c a s
Deslocamento:
?
Dimensões: 59.01 m de comprimento, 9 m de boca e 4.40 m
de calado.
Propulsão:
maquina gerando 220 hp, com propulsão por rodas.
Eletricidade:
?
Velocidade:
8.5 nós
Raio
de ação: ?
Armamento: 1 canhão de calibre 70, 3 canhões de calibre
68 e 2 canhões Whitorth de calibre 9.
Tripulação:
?
H
i s t ó r i c o
O Vapor
Paraense, foi o único navio a ostentar esse nome na Marinha do
Brasil. Foi construídp pelo estaleiro da Ponta da Areia, em Niterói
e lançado ao mar em 18 de maio de 1851.
1851
Em 22
de novembro, tomou parte no bloqueio de Montevideo, impedindo a fuga
do caudilho Oribe, que capitulara com todas as suas forças em
11 de outubro, ficando assim o Estado Oriental livre do dominio argentino.
1859
Em 1º
de outubro, partiu do Rio de Janeiro, comboiando o Vapor Apá,
em que viajavam os Imperadores em visita às Provincias do Norte.
1862
Fez viagem
aos Estados Unidos, ali ficando à disposição do
Principe de Orleans.
1864
Estacionava
em Pernambuco sob o comando do Capitao-Tenente Pedro Tomé de
Castro Araújo.
1867
Conduziu
para o Pará o Chefe-de-Esquadra Joaquim Raimundo de Lamare, nomeado
comandante de 3º Distrito Naval.
Em 1º
de setembro, capitaneou a frota que tomou parte na solenidade da abertura
do Amazonas à navegação internacional.
1868-71
Era sediado
na Provincia do Pará.
R e l
a ç ã o d e C o m a n d a n t e
s
| Comandante |
Período |
| 1º
Ten. Delfim Carlos de Carvalho |
__/__/185_
a __/__/185_ |
| CT
Pedro Tomé de Castro Araújo |
__/__/1864
a __/__/186_ |
| 1º
Ten. Henrique Antônio Baptista |
__/__/186_
a __/__/186_ |
| CT
Francisco José de Freitas |
29/04/1868
a 07/02/1871 |
I
m a g e n s
Não
disponível no momento
B
i b l i o g r a f i a
- Mendonça,
Mário F. e Vasconcelos, Alberto. Repositório de Nomes dos Navios
da Esquadra Brasileira. 3ª edição. Rio de Janeiro. SDGM. 1959. p.195-196.
- Andréa,
Júlio. A Marinha Brasileira: florões de glórias
e de epopéias memoráveis. Rio de Janeiro, SDGM, 1955.
- Dantas,
Ney. A História da Sinalização Náutica
Brasileira e breves memórias, Rio de Janeiro. Ed. FEMAR,
2000.
|