NGB - Contratorpedeiro Mariz e Barros - D 26 (1973-1997)

1822             -                NAVIOS DE GUERRA BRASILEIROS            -               Hoje

 

CT Mariz e Barros - D 26

Classe Gearing - FRAM I (1)

 

"O Bruxo"

 

D a t a s

 

Batimento de Quilha: 20 de dezembro de 1944
Lançamento: 26 de maio de 1945
Incorporação (USN): 1º de outubro de 1945
Baixa (USN): 3 de dezembro de 1973
Incorporação (MB): 3 de dezembro de 1973

Baixa (MB): 1º de setembro de 1997

 

C a r a c t e r í s t i c a s

 

Deslocamento: 2.425 ton (padrão), 3.498 ton (carregado).
Dimensões: 119.6 metros de comprimento, 12.46 metros de boca e 5.63 metros de calado.
Propulsão: 4 caldeiras Babcock & Wilcox de 39.8 kg/cm2 a 454º C; 2 turbinas a vapor G.E., gerando 60.000 shp, acoplados a dois eixos e dois hélices.

Eletricidade: ?

Velocidade: máxima de 34,5 nós.

Raio de ação: 5.800 milhas náuticas.
Armamento: 4 canhões de 5 pol. (127 mm) em duas torres Mk-38 duplas; 2 lançadores triplos Mk 32 de torpedos A/S de 324mm e 1 lançador óctuplo Mk 116 mod.3 de foguetes A/S ASROC.

Sensores: 1 radar de vigilância aérea tipo SPS-40 B; 1 radar de vigilância de superfície SPS-10 C; 1 radar de direção de tiro Mk-25 mod.3, acoplado ao sistema de direção de tiro Mk-37; MAGE WLR 1C e WLR 3A; CME ULQ 6B; sonar de casco SQS-23 D.

Aeronaves: 1 helicóptero Westland UH-2 Wasp.

Código Internacional de Chamada: PWMB

Tripulação: 301 homens, sendo 18 oficiais e 283 praças.

Obs: Características da época da incorporação na MB.

 

 

H i s t ó r i c o

 

O Contratorpedeiro Mariz e Barros - D 26, ex-USS Brinkley Bass - DD 887, foi o terceiro navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil em homenagem ao Capitão-Tenente Antônio Carlos de Mariz e Barros, morto no comando do Encouraçado Tamandaré, no combate com os Fortes de Itapiru em 27 de março de 1866. O Mariz e Barros foi construído pelo estaleiro Consolidated Steel Corp. Ltd., em Orange, Texas. Foi transferido e incorporado em San Diego, Califórnia, em 3 de dezembro de 1973. Naquela ocasião, assumiu o comando o Capitão-de-Corveta Mauro Affonso Games Lages.

 

1973

 

Passou a integrar o 2º Esquadrão de Contratorpedeiros.

 

1975

 

Em 18 de abril, pousava pela primeira vez a bordo, um helicóptero do tipo Wesland Wasp (UH-2), iniciando assim a operação de helicópteros a bordos dos Contratorpedeiros das classes Gearing e também Allem M. Sumner.

 

1977

 

Em 15 de agosto, acopanhado pelo CT Pernambuco - D 30, recebeu a F Niterói - F 40, em sua chegada ao Brasil, na entrada da Baía da Guanabara.

 

Em outubro, participou da Operação UNITAS XVIII, junto com os CT Marcilio Dias – D 25, Maranhão – D 33, Rio Grande do Norte – D 37 e Espírito Santo – D 38; e os S Amazonas – S 16 e Riachuelo – S 22. Também participaram pela U.S. Navy, três Contratorpedeiros e o SNA USS Shark, pela Armada Argentina, três Contratorpedeiros e pela Uruguaia, dois Contratorpedeiros. Prestaram apoio aéreo a operação além de He da ForAerNav, aeronaves F-5E Tiger II e P-16 Tracker da FAB.

 

1979

 

Em 13 de dezembro, participou da Parada Naval em comemoração ao Dia do Marinheiro, que contou com a presença do Exmo. Sr. Presidente da Republica João Baptista de Oliveira Figueiredo, acompanhado pelo Ministro da Marinha Almirante-de-Esquadra Maximiano Eduardo da Silva Fonseca e demais autoridades embarcados na F Liberal - F 43.

 

1980

 

Entre 7 e 28 de janeiro, participou da Comissão ASPIRANTEX/80, integrando a Força-Tarefa 10.1 comandada pelo Comandante em Chefe da Esquadra (ComenCh), Vice-Almirante Paulo de Bonoso Duarte Pinto. A FT era composta pelo NAeL Minas Gerais - A 11, F Liberal - F 43, CT Alagoas - D 36, Santa Catarina - D 32, Maranhão - D 33, Sergipe - D 35, Rio Grande do Norte - D 37, S Goiás - S 15 e Tonelero - S 21 e o NT Marajó - G 27. Foram visitados os portos de Recife (PE), Fortaleza (CE), Salvador (BA) e Vitoria (ES).

 

Em abril, integrou um Grupo-Tarefa, sob o comando do ComemCh, VA Paulo de Bonoso, a bordo da Fragata Constituição – F 42, e que incluía também os Contratorpedeiros Santa Catarina - D 32, Alagoas - D 36 e Sergipe - D 35, que realizou exercícios de apoio de fogo naval, inaugurando a nova Raia de Tiro da Ilha de Alcatrazes, próximo a São Sebastião, litoral de São Paulo.

 

Entre 22 e 28 de abril, realizou sob o comando do Comandante do 1º Distrito Naval (Com1ºDN), a Operação DEPORTEX, no TEBAR – Terminal Almirante Barroso no porto de São Sebastião, junto com o CT Alagoas – D 36, o S Goiás – S 15 além do AvOc Bauru – U 28, e dos RbAM Triunfo – R 23 e Tridente – R 22 do GrupNavSul e homens do GptFN-RJ do 1 º Distrito Naval.

 

Entre setembro e outubro, participou da 2ª Fase da Operação UNITAS XXI, realizada na área marítima entre o Rio de Janeiro e Recife, integrando o GT brasileiro sob o comando do Contra-Almirante Walter Faria Maciel. O GT norte-americano, sob o comando do CA (USN) Peter K. Cullins, era composto pelo CT USS Arthur W. Radford - DD 968, USS King - DDG 41, Fragata USS Pharris FF 1094 e pelo Submarino Nuclear de Ataque USS Snook - SSN 592.

 

1981

 

Entre os dias 19 de março e 1º de abril, participou da Operação FASEX II realizada na área marítima compreendida entre Salvador (BA) e Santos (SP), integrando uma FT sob o comando do ComenCh, VA Paulo de Bonoso Duarte Pinto. A FT era composta também pelo NAeL Minas Gerais - A 11 (capitânia), pelas F Defensora - F 41 e Constituição - F 42, pelos CT Piauí - D 31, Santa Catarina - D 32, Sergipe - D 35 e Rio Grande do Norte - D 37, e pelos S Tonelero - S 21 e Riachuelo - S 22. Na ocasião foi realizado um desfile naval pelos navios da FT em homenagem ao ComenCh que foi promovido ao posto de Almirante de Esquadra durante essa comissão.

 

1982

 

Entre 10 e 19 de março, integrou o GT-20.1 comandado pelo CA Odyr Marques Buarque de Gusmão, ComForCT, que realizou exercícios na área marítima entre o Rio de Janeiro e Santos. O GT-20.1 era composto também pelos CT Maranhão - D 33, Mato Grosso - D 34, Alagoas - D 36, e Rio Grande do Norte - D 37, os S Bahia - S 12 e Riachuelo - S 22 e o NT Marajó - G 27. Foi visitado o porto de Santos (SP).

 

Entre 22 de outubro e 1º de novembro, participou da Operação FRATERNO IV realizada em conjunto com navios da Armada Argentina. Além do Mariz e Barros, integravam o GT brasileiro as F Niterói - F 40 e F Independência - F 44, o CT Rio Grande do Norte - D 37 e o S Tonelero - S 21. O GT argentino era composto pelo CT ARA Santissima Trinidad - D 2, as Cv ARA Drummond - P 1, ARA Guerrico - P 2 e ARA Granville - P 3, o NT ARA Punta Mendanos - B 18 e o S ARA Salta - S 31. Foram visitados os portos de Puerto Belgrano e Buenos Aires (Argentina), e Montevideo (Uruguai).

 

1983

 

Entre 23 e 25 de julho, integrando um GT com o CT Maranhão – D 33 e o S Bahia – S 12, participou da Operação AMIGOS 83, realizada em conjunto com os CTE ROU Artigas, ROU Uruguay e ROU 18 de Julio, ao longo da costa uruguaia. Foi visitado o porto de Montevideo.

 

Em setembro, participou da comissão TEMPEREX III/83, visitando o porto de Rio Grande. O GT ao qual o Mariz e Barros pertencia era capitaneado pelo NAeL Minas Gerais – A 11, e composto também pela F Independência - F 44, União – F 45 e o CT Espírito Santo – D 38. Esses navios participaram das buscas ao veleiro "Piloto", que emitiu sinal de SOS na região onde operava esse GT. Além desses navios foi acionado para realizar buscas a partir de Rio Grande, o RAM Almirante Guillobel – R 25.

 

1984

 

Em janeiro, participou da Operação ASPIRANTEX 84/TROPICALEX I/84, realizada nas águas do nordeste, integrando a FT-10, na ocasião sob o comando do ComenCh, VA Luiz Leal Ferreira. A FT-10 era composta pelo NAeL Minas Gerais – A 11 (capitânia); as F Niterói – F 40, Constituição – F 42 e Independência – F 44; os CT Maranhão – D 33, Marcílio Dias – D 25, Alagoas – D 36, Espírito Santo – D 38, Sergipe – D 35 e Santa Catarina –D 32; pelo NTrT Ary Parreiras – G 21; NT Marajó – G 27; NO Belmonte – G 24 e o S Ceará – S 14, além dos NV Atalaia – M 17 e Anhatomirim – M 16 como navios isolados.

 

Em maio, participou da Operação TEMPEREX I/84, realizada no litoral sul, integrando um FT composta pelo NAeL Minas Gerais - A 11 (capitânia), pelas F Defensora - F 41, Constituição - F 42 e União - F 45; CT Marcilio Dias - D 25, Santa Catarina - D 32, Maranhão - D 33, Sergipe - D 35 e Alagoas - D 36; S Ceará - S 14 e Amazonas - S 16 e o NTrT Ary Parreiras - G 21.

 

Em agosto. foi instalado para testes a bordo o equipamento protótipo de CME nacional IPqM ET/SLQ-1XM.

 

Em dezembro, visitou Paranaguá (PR), onde participou das comemorações do Dia do Marinheiro.

 

1985

 

Em março, realizou comissão de adestramento junto com os CT Marcilio Dias - D 25,
Mato Grosso - D 34 e Santa Catarina - D 32, e o S Ceará - S 14. Foi visitado o porto de Santos (SP).

Em abril e maio, participou da Operação TEMPEREX I/85, que foi realizada na área marítima entre Rio de Janeiro e São Paulo, integrando uma FT composta pelas F Independência - F 44, Defensora - F 41 e Niterói - F 40, pelos CT Marcilio Dias - D 25, Rio Grande do Norte - D 37 e Alagoas - D 36, pelo NT Marajó - G 27 e pelo NO Belmonte - G 24. Foi visitado o porto de Santos (SP).

 

Em 13 de dezembro, participou das comemorações do Dia do Marinheiro no porto do Rio de Janeiro.

 

1986

 

Em agosto, acompanhada do F Liberal - F 43 participou da Operação VENBRAS/86 realizada em águas jurisdicionais da Venezuela. Pela Marinha Venezuelana participaram as quatro fragatas classe Mariscal Sucre (Lupo), três FAC classe Constitución (Vosper 170), e o S ARV Caribe - S 32.

 

1987

 

Sofreu um PDR - Periodo de Docagem e Reparos.

 

Em agosto, participou da Operação UNITAS XXVIII, integrando o GT brasileiro da FT 138, composto pela F Liberal - F 43, F União - F 45, CT Alagoas - D 36 e CT Rio Grande do Norte - D 37, NT Marajó - G 27 e o S Tonelero - S 21. Pela Marinha dos EUA, participaram, os Contratorpedeiros USS Arthur W. Radford - DD 968 e USS John King - DDG 3, Fragata USS De Wert - FFG 45, NDCC USS Barnstable County - LST 1197 e Submarino Nuclear de Ataque USS Dace - SSN 607. Foram visitados os portos de Recife (PE), Salvador (BA) e Montevideo (Uruguai).

 

Em outubro, participou da Operação FRATERNO IX realizada na costa brasileira em conjunto com navios da Armada Argentina. Além do CT Mariz e Barros, integravam o GT brasileiro as F Niterói - F 40 e Defensora - F 41, o CT Espírito Santo - D 38 e o S Riachuelo - S 22. O GT argentino era comporto pelas Fragatas ARA Heroina - D 12 e ARA Sarandi - D 13, pelas Corvetas ARA Guerrico - P 2 e ARA Granville - P 3 e pelo Submarino ARA San Juan - S 42. Foi visitado o porto de Santos (SP).

 

Em dezembro, participou da Operação DRAGÃO XXIII, integrando FT sob o comando do ComenCh VA Mário César Flores.

 

1988

 

Entre 12 e 30 de setembro, participou da Operação FRATERNO X realizada em conjunto com navios da Armada Argentina. Além do Mariz e Barros, integravam o GT brasileiro as F Niterói - F 40 e Liberal - F 43, o CT Rio Grande do Norte - D 37 e o S Tonelero - S 21. O GT argentino era composto pelo CT ARA Hercules - D 1, as F ARA Almirante Brown - D 10 e ARA Heroina - D 12, as Cv ARA Drummond - P 1, ARA Espora - F 41 e o Aviso ARA Tenente Olivieri - A 2. Foram visitados os portos de Puerto Belgrano, Mar del Plata e Buenos Aires (Argentina).

 

1989

 

Entre agosto e setembro, participou da Operação UNITAS XXX integrando o GT brasileiro composto também pela F Independência - F 44, Liberal - F 43, CT Marcilio Dias - D 25 e Espírito Santo - D 38, o NT Marajó - G 27 e os S Goiás - S 15 e Amazonas - S 16. Também participaram desse exercício pela Armada Argentina a Cv ARA Guerrico - P 2, pela Armada Uruguaia os CTE ROU 18 de Julio - DE 3 e ROU Artigas - DE 2, e pela Marinha dos EUA os CT USS Briscoe - DD 977 e USS Richard E. Byrd - DDG 23, a F USS Jesse L. Brown - FF 1089, o NDCC USS Manitowoc - LST 1180 e o SNA USS Tinosa - SS 606.

 

1992

 

Participou da Operação FRATERNO XII. Pela Armada Argentina as F ARA Heroina - D 12 e as Cv ARA Rosales - F 42 e ARA Guerrico - F 32.

 

Recebeu a instalação de uma protótipo do Terminal Tático Inteligente - TTI 2700.

 

1993

 

Entre 26 e 29 de novembro, junto com o NAeL Minas Gerais - A 11 participou da Operação ARAEX I. Pela Armada Argentina participou a Cv ARA Parker - F 44, além de unidades aéreas da Aviacion Naval Argentina (ANA).

 

1994

 

Entre setembro e outubro, participou da operação UNITAS XXXV, recebendo elogio pela sua prontidão operativa por parte do comandante do GT norte-americano Contra-Almirante (USN) W. R. Fladd.

 

Em novembro, foi docado no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro.

 

1995

 

Em fevereiro, saiu da doca no AMRJ.

 

Visitou a Ilha de Ascenção, tendo sido o primeiro navio de guerra brasileiro a visitar essa localidade arvorando a flâmula do ComenCh - Comando em Chefe da Esquadra.

 

Entre 27 de novembro e 1º de dezembro, junto com o NAeL Minas Gerais - A 11, participou da Operação ARAEX III. Pela Armada Argentina participou a Cv ARA Spiro - F 43, além de unidades aéreas da Aviacion Naval Argentina (ANA). Foi visitado o porto de Mar del Plata.

 

1996

 

Em setembro, participou da comissão ADEREX III/96.

 

Entre 8 e 15 novembro, junto com o NAeL Minas Gerais - A 11 participou da Operação ARAEX IV. Pela Armada Argentina participou a Cv ARA Spiro - F 43, além de unidades aéreas da Aviacion Naval Argentina (ANA).

 

Entre 17 e 22 de novembro, integrou o Grupo-Tarefa brasileiro que participou da Operação FRATERNO XVI, realizada em águas argentinas. Além do Mariz e Barros integravam o GT o NAel Minas Gerais - A 11 (capitania), além da F Liberal - F 43 e do S Tamoio - S 31 que se juntaram ao GT depois da ARAEX. Participaram desse exercício pela Armada Argentina a F ARA Almirante Brown - D 10, e as Cv ARA Spiro - F 43 e ARA Guerrico - F 32 e ARA San Juan - S 42.

 

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1997

 

Em 1º de setembro, deu baixa da ativa, em cerimônia realizada na Base Naval do Rio de Janeiro. Serviu a U.S. Navy por 28 anos, e a MB por 24, num total de 51 anos de serviço conjunto. Como o ultimo contratorpedeiro clássico da 2ª GM ainda em serviço na MB, a cerimônia contou com grande presença de ex-tripulantes, dentre esses vários oficiais generais e ex-tripulantes do USS Brinkley Bass. Atingiu as marcas de 1.638 dias de mar e 424.362,1 milhas navegadas. Depois de sua baixa, foi utilizado como navio de treinamento no cais, e depois selecionado para ser usado como alvo em exercícios de tiro.

 

 

R e l a ç ã o    d e    C o m a n d a n t e s

 

Comandante Período
CC Mauro Affonso Games Lages 03/12/1973 a 25/02/1975
CF Oscar de Freitas Câmara 25/02/1975 a 10/10/1977
CF Bento Augusto Magalhães 10/10/1977 a 15/02/1979
CF Sérgio Martins Ribeiro 15/02/1979 a 16/02/1980
CF Edson Gonçalves Moreira 16/02/1980 a 27/01/1982
CF Luiz Fernando Portella Peixoto 27/01/1982 a 28/01/1983
CF Álvaro Américo Pereira 28/01/1983 a 06/02/1984
CF Paulo Lafayette Pinto 06/02/1984 a 06/02/1985
CF Silvio Valente da Silva 06/02/1985 a 12/02/1986
CF Mauro Magalhães de Souza Pinto 12/02/1986 a 23/04/1987
CF Júlio Soares de Moura Neto 23/04/1987 a 29/04/1988
CF Ralph Rabello de Vasconcellos Rosa 29/04/1988 a 04/05/1989
CF José Eduardo Pimentel de Oliveira 04/05/1989 a 07/05/1990
CF Marcelo Carmo de Castro Pereira 07/05/1990 a 30/07/1991
CF Roberto Agnese Fayad 30/07/1991 a 30/07/1992
CF Francisco Abdoral Rocha Coelho 30/07/1992 a 30/07/1993
CF Dimas Pinheiro da Silva 30/07/1993 a 19/07/1994
CF Ricardo Pereira Wolf 19/07/1994 a 18/07/1995
CF Arentino Ribeiro Filho 18/07/1995 a 17/07/1996
CF Gilberto Malaquias 17/07/1996 a 01/09/1997

 

I m a g e n s

 

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H i s t ó r i c o  A n t e r i o r

 

 

 

B i b l i o g r a f i a

 

- Moore, John. Jane's Fightining Ships 1980-1981. London: Jane's Publishing Company Limited, 1980.

 

- Mendonça, Mário F. e Vasconcelos, Alberto. Repositório de Nomes dos Navios da Esquadra Brasileira. 3ª edição. Rio de Janeiro. SDGM. 1959. p.177-178.

 

- Mendonça, José R. A Marinha Brasileira de 1940-2000. Rio de Janeiro. José Ribeiro de Mendonça, 2001.

 

- Friedman, Norman. U.S. Destroyers: An Illustrated Design History. Annapolis, MD. United States Naval Institute, 1980.

 

- NavSource Naval History - www.navsource.org

 

- Lewis, Charles. USS Brinkley Bass - DD 887 - CT Mariz e Barros - D 26 - www.ussbrinkleybass.com

 

- 1º Esquadrão de Helicopteros de Emprego Geral - EsqdHU1 - http://www.daerm.mar.mil.br/hu-1.htm

 

- Nomar - Noticias da Marinha, Rio de Janeiro, SDGM, n.º 411, set. 1977; nº 439, jan. 1980; nº 443, mai. 1980; n.º 454, abr. 1981; nº 464, fev. 1982; n.º 502, abr./mai./jun. 1985; n.º 503, jul. 1985; n.º 509, jan. 1986; n.º 519, nov. 1986; nº 531, nov. 1987; nº 534, fev. 1988.

 

- Revista Tecnologia & Defesa, São Paulo, n.º 5, julho de 1983; n.º 13, 1984; n.º 11, fevereiro de 1984.


(1) Os Gearings eram também conhecidos no Brasil como Tipo 800.