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Corveta
a Vapor/
Canhoneira
a Vapor
Jequitinhonha
D
a t a s
Batimento
de Quilha: ?
Lançamento: ?
Incorporação: ?
Baixa:
?
C
a r a c t e r í s t i c a s
Deslocamento:
637 ton.
Dimensões: 53.34 m de comprimento, 7.92 m de boca e 3.81 m de
calado.
Propulsão: vapor; maquina a vapor de 130 hp.
Velocidade:
?
Raio
de Ação: ?
Armamento: 6 peças de calibre 32, em bateria; 1 peça
de calibre 38, em rodizio.
Tripulação: ?
H
i s t ó r i c o
A Corveta
a Vapor Jequitinhonha, foi o primeiro e unico navio a ostentar esse
nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao rio homonimo localizado nos
estados de Minas Gerais e Bahia. Foi construída na Inglaterra.
Foi seu primeiro comandante o Capitão-de-Fragata Joaquim Raimundo
De Lamare.
1854
Em 25
de setembro, chegou a Recife, procedente de Londres, via Lisboa (Portugal)
e São Vicente, em travessia de 18 dias.
1864
Em 24
de agosto, integrando a Divisão comandada pelo Capitão-de-Mar-e-Guerra
Francisco Pereira Pinto (Barão de Ivinheima), deu caça
ao Vapor uruguaio Artigas.
Em 7 de
setembro, integrando a mesma Divisão, deu caça ao Vapor
uruguaio Villa del Salto.
1865
Em
5 de abril, integrando a Divisão Naval comandada pelo Capitão-de-Mar-e-Guerra
José Segundino de Gomensoro, tomou parte nas primeiras operações
de bloqueio aos portos paraguaios.
Em
30 de abril, partiu de Buenos Aires, sob o comando do Capitão-Tenente
Joaquim José Pinto, como capitânia da 3ª Divisão
do Chefe Gomensoro, integrando a Esquadra comandada pelo Almirante Barroso,
que era composta pela Fragata Amazonas (capitânia), e pelas Corvetas
Beberibe, Belmonte e Parnahyba e pelas Canhoneiras Araguary, Mearim,
Ipiranga, Iguatemy e Jequitinhonha. A Esquadra subiu o rio Paraná
a fim de bloquear efetivamente o inimigo na localidade de Três
Bocas.
Depois
de vencer os paraguaios no combate naval de Corrientes em 10 de junho,
a Força Naval Brasileira, fundeou nas proximidades de um pequeno
afluente do rio Paraná, chamado Riachuelo.
O
inimigo também tinha um plano: partindo de Humaitá, na
noite do dia 10 de junho, seus navios deveriam graduar a velocidade
de modo a atingir a esquadra brasileira, de surpresa, nas primeiras
horas da madrugada do dia seguinte. Cada navio deveria abordar um dos
navios brasileiros e, se algum deles conseguisse repelir a abordagem,
teria sua retirada cortada pelas baterias de foguetes e canhões
formadas sobre o canal do Riachuelo. Contudo, uma avaria em um dos navios
inimigos permitiu que as duas esquadras se avistassem já às
09:00 horas da manhã do dia 11, o que atrapalhou os planos inimigos.
Parte da guarnição brasileira fora à terra em busca
de lenha para suprir a escassez de carvão, e o restante descansava,
com exceção dos vigias e dos homens de guarda da tolda.
Repentinamente o grito - “Navio à proa!”
Em
11 de junho, a Esquadra de Barroso travou com o inimigo a Batalha Naval
do Riachuelo. Durante a ação, encalhou debaixo das baterias
dos fortes inimigos, tendo que ser abandonada pela tripulação.
Em
13 de junho, nao sendo possivel safar do encalhe, foi incendiada pelos
nossos marinheiros.
R
e l a ç ã o d e C o m a n d a n
t e s
| Comandante |
Período |
| CF
Joaquim Raimundo De Lamare
|
__/__/1854
a __/__/185_ |
| CT
Joaquim José Pinto |
__/__/1865
a __/__/186_ |
I
m a g e n s
Não
disponível no momento
B
i b l i o g r a f i a
- Mendonça,
Mário F. e Vasconcelos, Alberto. Repositório de Nomes dos Navios
da Esquadra Brasileira. 3ª edição. Rio de Janeiro. SDGM. 1959. p.150.
- NOMAR
- Notícias da Marinha, Rio de Janeiro, SDGM, n.º 502, abr./mai./jun.
1985.
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