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NPa
Guanabara - P 48
Classe
Grajaú
"Lince
dos Mares"

D
a t a s
Batimento
de Quilha: 20 de dezembro
de 1996
Lançamento: 5 de novembro de 1997
Incorporação: 9 de julho de 1999
C
a r a c t e r í s t i c a s
Deslocamento:
197 ton (padrão), 217 ton (carregado).
Dimensões: 46.5 m de comprimento, 7.5 m de boca e 2.3 m de calado.
Propulsão: 2 motores diesel MTU 16V 396 TB94 de 2.740 bhp cada,
acoplados a 2 eixos com hélices de três pás e passo fixo.
Combustivel:
23 tons.
Eletricidade:
3 geradores no total de 300 Kw.
Velocidade:
máxima de 26.5 nós e máxima mantida de 22 nós.
Raio
de ação: 2.200 milhas náuticas
à 12 nós (10 dias).
Armamento: 1 canhão Bofors L/70 de 40 mm; 2 metralhadoras BMARC-Oerlikon
GAM BO1 de 20mm em dois reparos singelos.
Sensores: 1 radar de navegação Decca 1290A, banda I. Equipado
com GMDSS - Global Marine Distress and Safety e equipamento de visão
noturna.
Equipamentos:
1 lancha de casco semi-rigido (RHIB), com capacidade para 10 homens
e 1 bote inflável para seis homens, usados para salvamentos e
abordagens. Um guindaste eletro-hidraulico com capacidade para 620kg.
Código
Internacional de Chamada: ?
Tripulação:
29 homens, sendo 4 oficiais e 25 praças.
Obs:Características da época da
incorporação.
H
i s t ó r i c o
O Navio
Patrulha Guanabara - P 48, foi ordenado em 1995 como parte do 5º lote
de duas unidades da classe, junto ao estaleiro INACE - Industria Naval
do Ceará S/A, em Fortaleza. O Guanabara é o sétimo navio a ostentar
esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem a Baía do Rio de Janeiro.
Foi construído seguindo o projeto da Vosper-QAF Ltd, de Singapura. Teve
sua quilha batida em 20 de dezembro de 1996, foi batizado e lançado
ao mar em 5 de novembro de 1997 e incorporado em 9 de julho de 1999.
O Guanabara, assim como o Guarujá, tiveram como fato notável em sua
construção no estaleiro INACE, a montagem dos cascos emborcados em terra,
ou seja com a quilha para cima. Ao ter o trabalho de soldagem concluído,
foi descido ao mar por meio de elevador e depois desemborcado com o
uso de guindastes. Em seguida, retornou para terra, a fim de que fosse
terminada a construção.
Os NPa
classe Grajaú tinham a previsão de receber a diretora
Radamec 1000N, mas esse projeto foi temporariamente suspenso.
1999
Em setembro,
passou a subordinação do 4º Distrito Naval, integrando
o Grupamento Naval do Norte (GrupNNorte). Tem como área de atuação o
litoral dos Estados do Pará, Maranhão, Amapá e também os rios da Amazônia,
operando a partir de Belém (PA).
Recebeu
o Prêmio Contato CNTM/1999 Distrital/4º DN, do Comando Naval de Controle
do Trafego Marítimo, pela sua destacada participação no Sistema de Informações
sobre o Tráfego Marítimo em proveito da segurança e da salvaguarda da
vida humana no mar, em áreas de responsabilidade da MB.
Participou
da Operação ADERIB Norte I/99.
Participou
da Operação DEPORTEX Norte II/99.
2000
Durante
uma comissão de patrulha, recebeu pedido de socorro do veleiro
sul-africano "Nightjar", que se encontrava encalhado em um
banco de areia no litoral do Maranhão, próximo à
cidade de Turiaçu. Uma hora depois já se encontrava na
area do sinistro, resgatando os quatro tripulantes que foram transportados
para São Luis (MA).
Participou
da Operação CARIBEX I/00.
Participou
da Operação ADEGT 2000.
Recebeu
o Prêmio Contato CNTM/2000 Distrital/4º DN, do Comando Naval de Controle
do Trafego Marítimo.
2004
Em 9 de
julho, completou 5 anos de Serviço Ativo, tendo atingido até
essa data a marca de mais de 500 dias de mar. O Guanabara foi o primeiro
da classe a navegar na calha principal do Rio Amazonas até a
cidade de Manaus e o primeiro a ser homologado para condução
de Operações Aéreas.
2005
Entre 31
de outubro e 4 de novembro, realizou a Operação CONVÉS, na Baía de
Marajó em conjunto com aeronaves UH-1H do 1º/8º GAv da FAB.
R
e l a ç ã o d e C o m a n d a n
t e s
| Comandante |
Período |
| CT
Paulo Renato Rohwer Santos |
09/07/1999
a 26/07/2000 |
| CT
Estevão Gomes Pinto de Abreu |
26/07/2000
a 19/07/2001 |
| CT
Iunis Távora Said |
19/07/2001
a __/__/200_ |
| CT
Ricardo Jaques Ferreira |
__/07/2003
a 20/07/2004 |
| CT
Sérgio Renato Dantas Pinto |
20/07/2004
a __/__/200_ |
Fonte:
Marinha do Brasil
I
m a g e n s

B
i b l i o g r a f i a
- Baker
III, A.D. Combat Fleets of the World 1998-1999. Annapolis, MD:
Naval Institute Press, 1998.
- Mendonça,
Mário F. e Vasconcelos, Alberto. Repositório de Nomes dos Navios
da Esquadra Brasileira. 3ª edição. Rio de Janeiro. SDGM. 1959. p.115-116.
- NOMAR
- Notícias da Marinha, Rio de Janeiro, SRPM, n.º 700, ago. 2000; n.º
713, set. 2001.
- NOTAER
- Notíciario da Aeronáutica, Brasilia, CCSAER, Ano XXVIII, n.º 19,
nov. 2005.
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