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1822 - NAVIOS DE GUERRA BRASILEIROS - Hoje |
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S Goiás - S 15 Classe Balao/GUPPY III
D a t a s
Batimento
de Quilha: 23 de agosto de
1944 Incorporação
(MB): 15 de outubro de 1973
C a r a c t e r í s t i c a s
Deslocamento:
1.975 ton (carregado na
superfície) e 2.450 ton (carregado em mergulho). Velocidade: máxima de 20 nós (superfície) e 15 nós (imersão). Raio
de ação: 15.000 milhas náuticas
à 8 nós (superfície ou com snorkel), e ?? dias de autonomia. Direção de Tiro: ? Equipamento Eletrônico: ? Código Internacional de Chamada: PWGI Tripulação: 83 homens, sendo 7 oficiais e 76 praças.
H i s t ó r i c o
O Submarino Goiás - S 15, ex-USS Trumpetfish - SS 425, foi o segundo navio e o primeiro submarino a ostentar esse nome na Marinha do Brasil em homenagem ao Estado homônimo. Foi construído pelo Portsmouth Naval Shipyard, em Kittery, Maine. Foi transferido e incorporado à Marinha do Brasil em 15 de outubro de 1973, pelo Aviso 0897 de 25/09/73 MM/EMA e OD 0023/73 de 15/10/73 do CEMA (Bol 40/73/2463 MM) em cerimônia realizada na Philadelphia. Naquela ocasião, assumiu o comando, o Capitão-de-Fragata Eduardo Russo.
Em 1947, tornou-se o primeiro submarino a ser convertido para o padrão GUPPY II, sob a égide do Programa de Modernização conhecido como Great Underwater Porpulsion Power - GUPPY. Em 1961, foi convertido para o padrão GUPPY III
A oficialidade do recebimento do Goiás foi a seguinte:
- CF Eduardo Russo - Comandante - CC Odilon Luiz Wollstein - Imediato - CC Luiz Sérgio Silveira da Costa - CheMaq
1974
Em 8 de fevereiro, partiu de Charleston, Carolina do Sul.
Em 3 de abril, chegou ao Rio de Janeiro, atracando no cais da Base Almirante Castro e Silva (BACS).
1977
Participou da Operação ARRASTÃO VII.
1979
Em 13 de dezembro, participou da Parada Naval em comemoração ao Dia do Marinheiro, que contou com a presença do Exmo. Sr. Presidente da Republica João Baptista de Oliveira Figueiredo, acompanhado pelo Ministro da Marinha, Almirante-de-Esquadra Maximiano Eduardo da Silva Fonseca e demais autoridades embarcadas na F Liberal - F 43.
Conquistou o Troféu de Eficiência - Echo - "E".
1980
Entre 7 e 28 de janeiro, participou da Comissão ASPIRANTEX/80, integrando a Força-Tarefa 10.1 comandada pelo Comandante em Chefe da Esquadra (ComenCh), Vice-Almirante Paulo de Bonoso Duarte Pinto. A FT era composta pelo NAeL Minas Gerais - A 11, F Liberal - F 43, CT Mariz e Barros - D 26, Alagoas - D 36, Santa Catarina - D 32, Maranhão - D 33, Sergipe - D 35, Rio Grande do Norte - D 37, S Tonelero - S 21 e o NT Marajó - G 27. Foram visitados os portos de Recife (PE), Fortaleza (CE), Salvador (BA) e Vitória (ES).
Entre 22 e 28 de abril, realizou sob o comando do Comandante do 1º Distrito Naval (Com1ºDN), a Operação DEPORTEX, no TEBAR – Terminal Almirante Barroso no porto de São Sebastião, junto com os CT Alagoas – D 36 e Mariz e Barros – D 26, além do AvOc Bauru – U 28, e dos RbAM Triunfo – R 23 e Tridente – R 22 do GrupNavSul e homens do GptFN-RJ do 1 º Distrito Naval.
Conquistou o "Troféu de Eficiência" pela segunda vez consecutiva (Echo - "E" barra).
Participou da Operação DRAGÃO XVI.
1981
Entre 2 e 20 de agosto, participou da Operação UNITAS XXII, realizada na costa do norte e nordeste do Brasil, integrando o GT 138.2, sob o comando do VA Wilson Mourão dos Santos. O GT 138.2 era composto pelo NAeL Minas Gerais - A 11, F Niterói - F 40, Constituição - F 42 e Independência - F 44, pelos CT Sergipe - D 35, Alagoas - D 36 (capitânia), Rio Grande do Norte - D 37 e Espírito Santo - D 38, pelo S Riachuelo - S 22, NT Marajó - G 27, NO Belmonte - G 24, e pelos NV Araçatuba - M 18 e Albardão - M 20, além de helicópteros do HU-1 e HS-1. Essa UNITAS contou com a participação de unidades da Marinha da Venezuela, além da Norte-Americana. O GT norte-americano era composto pelos CT USS Stump - DD 978 (capitânia), USS Dahlgren - DDG 43, USS Barney - DDG 6, USS Steinaker - DD 862 e USS Vogelsand - DD 863, pelas F USS Koelsch - FF 1049 e USS Capodanno - FF 1093, NT USS Marias - T-AO 57, NDD USS Plymouth Rock - LSD 29, SNA USS Thomas Jefferson - SSN 618 e o Cutter USCGC Steadfast - WMEC 623. O GT venezuelano era composto pela F ARV Alte. Brion - F 22 e pelo S ARV Picuá - S 22.
Entre 28 de setembro e 15 de outubro, participou da Operação FRATERNO III realizada em conjunto com navios da Armada Argentina. Além do Goiás, integravam o GT 100.2, sob o comando do Contra-Almirante Hugo Stoffel, ComForf, as F Niterói - F 40 e F Liberal - F 43, os CT Sergipe - D 35 e CT Espírito Santo - D 38 e o NT Marajó - G 27. O GT argentino era composto pelo CT ARA Hercules - D 1, as Cv ARA Drummond - P 1, ARA Guerrico - P 2 e ARA Granville - P 3 e o S ARA San Luis - S 32.
1987
Participou da Operação COLISEU, realizada com unidades da Marinha Italiana.
1988
Em janeiro, participou da Operação TROPICALEX I/88 realizada na área marítima entre o Rio de Janeiro e Alagoas, integrando a Força-Tarefa 10, sob o comando do ComenCh, Vice-Almirante José do Cabo Teixeira de Carvalho. Participaram da operação o NAeL Minas Gerais - A 11, as F Niterói - F 40, Constituição - F 42 e Independência - F 44, os CT Marcilio Dias - D 25, Maranhão - D 33, Piauí - D 31, Sergipe - D 35 e Espírito Santo - D 38, o NDCC Duque de Caxias - G 26, o NTrT Custodio de Mello - G 20, o NT Marajó - G 27 e os S Humaitá - S 20 e o S Riachuelo - S 21. Foram visitados os portos de Salvador (BA), Recife (PE).
Conquistou o Troféu de Eficiência - Echo - "E".
1989
Entre 22 e 27 de fevereiro, participou da Operação FRATERNO XI realizada em conjunto com navios da Armada Argentina. Além do S Goiás, integravam o GT brasileiro as F Niterói - F 40 e Defensora - F 41, o CT Alagoas - D 36 e Rio Grande do Norte - D 37 e o S Tonelero - S 21. O GT argentino era comporto pelas Cv ARA Drummond - P 1 e ARA Granville - P 3.
Entre agosto e setembro, participou da Operação UNITAS XXX integrando o GT brasileiro composto também pela F Independência - F 44, Liberal - F 43, CT Marcilio Dias - D 25, Mariz e Barros - D 26 e Espírito Santo - D 38, o NT Marajó e o Amazonas - S 16. Também participaram desse exercício pela Armada Argentina a Cv ARA Guerrico - P 2, pela Armada Uruguaia os CTE ROU 18 de Julio - DE 3 e ROU Artigas - DE 2, e pela Marinha dos EUA os CT USS Briscoe - DD 977 e USS Richard E. Byrd - DDG 23, a F USS Jesse L. Brown - FF 1089, o NDCC USS Manitowoc - LST 1180 e o SNA USS Tinosa - SS 606.
Conquistou o "Troféu de Eficiência" pela segunda vez consecutiva (Echo - "E" barra).
1990
Em 16 de abril, deu baixa do serviço ativo, sendo submetido a Mostra de Desarmamento, em cerimônia realizada na BACS. Em pouco mais de dezesseis anos de serviço na MB, atingiu as marcas de 91.277,4 milhas navegadas, 9.581 horas de imersão, 759 dias de mar.
R e l a ç ã o d e C o m a n d a n t e s
I m a g e n s
B i b l i o g r a f i a
- Souza, Marco Polo Áureo Cerqueira de; Nossos Submarinos - sinopse histórica; 1ª edição; Rio de Janeiro; SDGM; 1986; pág.: 94-100.
- Submarinos do Brasil - www.planeta.terra.com.br/relacionamento/submarinosbr.
- Souza, Marco Polo Áureo Cerqueira de. Nossos Submarinos; sinopse histórica. 1ª edição. Rio de Janeiro. SDGM. 1986. p.74-75; 87-89.
- NOMAR - Noticias da Marinha, Rio de Janeiro, SDGM, n.º 439, jan. 1980; n.º 443, mai. 1980; n.º 458, ago. 1981; n.º 459, set. 1981; n.º 535, mar. 1988.
- Revista Segurança & Defesa, Rio de Janeiro, Contec Editora, N.º31. |
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