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1822 - NAVIOS DE GUERRA BRASILEIROS - Hoje |
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F Defensora - F 41 Classe Niterói Mk 10
"Dum defendo, oppugno"(1)
"A Deusa"(2)
D a t a s
Batimento
de Quilha: 14 de dezembro de
de 1972
C a r a c t e r í s t i c a s
Deslocamento:
3.200 ton (padrão), 3.800 ton
(carregado). Eletricidade: 4 geradores diesel de 1.000 kw cada. Velocidade: máxima de 30.5 nós. Raio
de ação: 1.300 milhas
náuticas a 28 nós (turbinas Olympus) ou 4.200 a 19 nós (4 motores diesel). Sistema
de Dados Táticos: CAAIS, com
Link 11. Código Internacional de Chamada: PWDE (PXDE) Tripulação: 209 homens, sendo 22 oficiais e 187 praças. Obs:Características da época da incorporação.
H i s t ó r i c o
A Fragata Defensora - F 41, é o segundo navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, o primeiro foi a corveta Defensora construída em 1828. A Defensora foi a segunda de uma série de 6 fragatas da classe Niterói ordenadas em 20 de setembro de 1970 como parte do Programa de Renovação e Ampliação de Meios Flutuantes da Marinha, e a segunda construída pela Vosper Thornycroft Ltd., em Woolston, Hampshire, Inglaterra. A construção da Defensora foi iniciada em 13 de setembro de 1972, tendo a quilha batida em 14 de dezembro, foi lançada e batizada em 27 de março de 1975, tendo como madrinha a Sra. Zazi Aranha Correia da Costa, esposa do Embaixador Sérgio Correia da Costa. Fez-se ao mar pela primeira vez em 27 de setembro de 1976 para verificação de dados táticos e provas de máquinas e casco, que se estenderam até o dia 9 de novembro. Neste período foram navegadas 4994,8 milhas e feitos 15.5 dias de mar. No período de 10 a 13 de dezembro de 1976 realizou as provas finais de mar sendo aceita e incorporada em 5 de março de 1977. Naquela ocasião, assumiu o comando, o Capitão-de-Mar-e-Guerra Haroldo Basto Cordeiro Júnior.
A aceitação e incorporação da F Defensora.
A oficialidade do recebimento da Defensora foi a seguinte:
- CMG Haroldo Basto Cordeiro Júnior - Comandante
- CT (MD) Carlos Jaimovichi - Enc.Div. Saúde
Lista completa da primeira tripulação.
1977
Realizou, sob a orientação da Royal Navy, o "Operational Sea Training", tendo feito 49 dias de mar e visitado os portos de Southampton, Portland, Portsmouth e Plymouth. Foi empregada para o levantamento dos envelopes de vôo para operação dos helicópteros Lynx a bordo das Fragatas Mk 10.
Em sua viagem para o Brasil, de Southampton ao Rio de Janeiro, navegou 5654 milhas, em doze dias de mar, tendo visitado o porto de Las Pasmas (Ilhas Canárias). Durante essa viagem, a Defensora transportou os dois últimos helicópteros Westland Wasp recebidos pela MB, que vieram peados no hangar. Para sua entrega à Base Naval de São Pedro d’Aldeia-RJ, o navio entrou em Cabo Frio-RJ e, em faina que durou cerca de uma hora, tirou os HEs do hangar, preparou-os para vôo, abasteceu-os e fê-los decolar. O primeiro He brasileiro (Wasp) a decolar da Defensora era pilotado pelo então CT (AvN) Javerson.
Em 4 de dezembro, chegou ao Rio de Janeiro.
Em 6 de dezembro, passou a subordinação do Comando-em-Chefe da Esquadra.
Em 28 de dezembro, ocorreu o primeiro reabastecimento em vôo realizado por uma aeronave do HS-1 a cerca de 150 milhas ao largo do Cabo de São Tomé. A aeronave era o SH-3 MARINHA - N 3011, pilotada pelo então CF (AvN) Arruda, Comandante do 1º Esquadrão de Helicópteros Anti-Submarinos (HS-1). Essa foi a 1ª faina de reabastecimento de He em vôo realizado por uma Marinha do Atlântico Sul.
1978
Em março, participou da Operação PISCES 78, realizada em águas brasileiras com Porta-Helicópteros de Assalto Anfíbio USS Inchon - LPH 12, o Contratorpedeiro USS Spruance - DD 963 e a Fragata USS Valdez - FF 1096.
Participou da UNITAS XIX.
1979
Realizou testes de compatibilização do helicóptero Lynx.
Foi o primeiro navio a realizar o reabastecimento de helicóptero em vôo.
Participou da Operação BRASEX 79.
Em Recife-PE, acompanhado pelos CT Alagoas - D 36, Sergipe - D 35 e Mato Grosso - D 34, juntou-se aos CT Mariz e Barros - D 26, Maranhão - D 33, S Riachuelo - S 22 e o NE Custódio de Mello - U 26, realizado a partir daí, no retorno para o Rio de Janeiro, a 1ª fase da Pré-UNITAS, sob o comando do VA Paulo de Bonoso Duarte Pinto, ComenCh.
Participou da Operação UNITAS XX, junto com o S Goiás - S 15 e a F Niterói - F 40, entre outros navios brasileiros e norte-americanos.
Em 13 de dezembro, participou da Parada Naval em comemoração ao Dia do Marinheiro, que contou com a presença do Exmo. Sr. Presidente da Republica João Baptista de Oliveira Figueiredo, acompanhado pelo Ministro da Marinha, Almirante-de-Esquadra Maximiano Eduardo da Silva Fonseca e demais autoridades embarcadas na F Liberal - F 43.
1980
Em 5 de março, completou três anos de incorporação, tendo atingido as marcas de 191.5 dias de mar e 53.000 milhas navegadas.
Em maio, realizou dois lançamentos de Avaliação Operacional do Ikara, sendo que no segundo lançamento, no dia 23 de maio, esteve presente o Ministro da Marinha. Os lançamentos contaram com o apoio da F Niterói - F 40, AMRJ, DACM, DHN, Centro de Mísseis da Marinha, CASNAV, Grupo de Avaliação das Fragatas e da FAB.
Entre 27 e 30 de junho, participou da Operação FRATERNO II realizada na costa argentina em conjunto com navios da Armada Argentina. Além da Defensora, integravam o GT brasileiro a F Constituição - F 42 e o S Tonelero - S 21. O GT argentino era comporto pelas Cv ARA Drummond - P 1, Cv ARA Guerrico - P 2 e o S ARA San Luis - S 32. Foram visitados os portos de Mar del Plata e Puerto Belgrano (Argentina) e Montevideo (Uruguai).
Nos dias 17 e 18 de setembro, o navio realizou adestramento de pouso a bordo com todos os pilotos do HA-1.
Entre setembro e outubro, participou da Operação UNITAS XXI, realizada na área marítima entre o Rio de Janeiro e Recife-PE, integrando o Grupo-Tarefa brasileiro sob o comando do Contra-Almirante Walter Faria Maciel. O GT norte-americano, sob o comando do Contra-Almirante (USN) Peter K. Cullins, era composto pelo CT USS Arthur W. Radford - DD 968, USS King - DDG 41, Fragata USS Pharris FF 1094 e pelo SNA USS Snook - SSN 592. Nessa comissão, realizou um lançamento operativo de Ikara contra o USS Snook. Esse foi o quarto lançamento bem sucedido realizado pela Defensora.
Durante o ano foram lançados um total de 12 torpedos Mk-46, sendo dois através do Ikara e executou 13 testes do Programa de Avaliação Operacional das Fragatas.
1981
Entre os dias 19 de março e 1º de abril, participou da Operação FASEX II realizada na área marítima compreendida entre Salvador-BA e Santos-SP, integrando uma FT sob o comando do ComenCh, VA Paulo de Bonoso Duarte Pinto. A FT era composta também pelo NAeL Minas Gerais - A 11 (capitânia), pela F Constituição - F 42, pelos CT Mariz e Barros - D 26, Piauí - D 31, Santa Catarina - D 32, Sergipe - D 35 e Rio Grande do Norte - D 37, e pelos S Tonelero - S 21 e Riachuelo - S 22. Na ocasião foi realizado um desfile naval pelos navios da FT em homenagem ao ComenCh que foi promovido ao posto de Almirante de Esquadra durante essa comissão.
Em 14 de abril, recebeu a visita do Ministro Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, General-de-Exercito José Ferraz da Rocha e comitiva. A comitiva foi recebida pelo CA Hugo Stoffel, ComForF, e depois de conhecer as instalações do navio assistiu a uma demonstração realizada junto com o CT Espírito Santo - D 38 e o S Tonelero - S 21 ao largo do Rio de Janeiro. A modernidade do navio e a eficiência da tripulação causaram ótima impressão ao Ministro, que ao se despedir deixou a seguinte mensagem no livro de bordo: " Para a comitiva do Estado-Maior das Forças Armadas foi uma excelente oportunidade que tivemos ao realizar esta visita à Fragata "Defensora", de nossa gloriosa Marinha de Guerra. É um estímulo para nós brasileiros o conhecimento de tão moderna belonave que realmente será a Defensora de nossa soberania. Ficamos imensamente gratos pela acolhida que nos foi proporcionada."
Na primeira quinzena de junho, integrando um GT com os CT Alagoas - D 36 e o CT Rio Grande do Norte - D 37, realizou uma Operação GERMANY 01 com o CT Hamburg - D 181, F Lubeck - F 224, e o NA Glücksburg - A 1414, entre os litorais dos estados de Pernambuco e do Ceará. Também participaram desse exercício caças Xavante do 1º/4º GAv da FAB, baseados na Base Aérea de Fortaleza-CE.
1984
Em maio, participou da Operação TEMPEREX I/84, realizada no litoral sul, integrando um FT composta pelo NAeL Minas Gerais - A 11 (capitânia), pelas F Constituição - F 42 e União - F 45; CT Marcilio Dias - D 25, Mariz e Barros - D 26, Santa Catarina - D 32, Maranhão - D 33, Sergipe - D 35 e Alagoas - D 36; S Ceará - S 14 e Amazonas - S 16 e o NTrT Ary Parreiras - G 21.
Em 26 de novembro, realizou lançamento de testes de um míssil A/S Ikara de exercício.
1985
Em janeiro, integrou o GT que realizou a Operação TROPICALEX I/85, na área marítima entre os litorais de São Paulo e Pernambuco, sob o comando do Vice-Almirante Bernard David Blower, ComenCh. O GT era composto pelo NAeL Minas Gerais - A 11 (capitânia), pelas F Niterói - F 40 e Liberal - F 43, pelos CT Marcilio Dias - D 25, Santa Catarina - D 32, Maranhão - D 33, Rio Grande do Norte - D 37 e Espírito Santo - D 38, pelo NTrT Barroso Pereira - G 16 e pelo NT Marajó - G 27. Participaram como navios escoteiros os S Ceará - S 14 e Amazonas - S 16 e o NO Belmonte - G 24. Foram visitados os portos de Recife-PE, Cabedelo-PB, Maceió-AL, Salvador-BA, Vitória-ES e Santos-SP.
Em abril e maio, participou da Operação TEMPEREX I/85, que foi realizada na área marítima entre Rio de Janeiro e São Paulo, integrando uma FT composta pelas F Independência - F 44 e Niterói - F 40, pelos CT Marcílio Dias - D 25, Mariz e Barros - D 26, Rio Grande do Norte - D 37 e Alagoas - D 36, pelo NT Marajó - G 27 e pelo NO Belmonte - G 24. Foi visitado o porto de Santos-SP.
Até 30 de agosto de 1985 a Defensora já tinha atingido as marcas expressivas de 541,5 dias de mar, 142.169 milhas navegadas, 94 comissões, 1421 pousos a bordo e duas comissões no exterior.
Participou da Operação FRATERNO VII realizada em conjunto com navios da Armada Argentina no trecho Santo-Rio. Além da Defensora, integravam o GT brasileiro a F União - F 45, os CT Sergipe - D 35 e Espírito Santo - D 38 e o S Tonelero - S 21. O GT argentino era comporto pelas F ARA Heroina - D 12 e ARA Sarandi - D 13, as Cv ARA Guerrico - P 2 e ARA Granville - P 3 e o S ARA Salta - S 31. Foi visitado o porto de Santos-SP.
Em dezembro, durante a Operação PINGUIM I, realizou lançamento de testes de um míssil A/S Ikara de exercício.
1986
Entre maio e outubro, realizou o PNR-6A - Período Normal de Reparos, e entre outros serviços realizados foram substituídos os eixos de propulsão do navio, substituídas as agulhas giroscópicas Sperry Mk-19 pelas Mk-29 e revisão dos motores diesel.
1987
Em 19 de maio, partiu do Rio de Janeiro, integrando um GT sob o comando do CA Mauro César Rodrigues Pereira, composto pelas F Niterói – F 40, Liberal – F 43, Independência – F 44 e União – F 45, que participou da Operação ADEREX II/87. Foi visitado o porto de Santos-SP.
Em outubro, participou da Operação FRATERNO IX realizada na costa brasileira em conjunto com navios da Armada Argentina. Além da F Defensora, integravam o GT brasileiro a F Niterói - F 40, os CT Mariz e Barros - D 26 e Espírito Santo - D 38 e o S Riachuelo - S 22. O GT argentino era comporto pelas Fragatas ARA Heroina - D 12 e ARA Sarandi - D 13, pelas Corvetas ARA Guerrico - P 2 e ARA Granville - P 3 e pelo Submarino ARA San Juan - S 42. Foi visitado o porto de Santos -SP.
Em dezembro,
participou da Operação DRAGÃO XXIII, sob o comando
do ComenCh, VA Mario César Flores, junto com o NAeL Minas
Gerais – A 11 (capitânia), F Niterói – F 40,
Constituição – F 42, Independência
– F 44 e União – F 45; CT Marcilio Dias - D
25, Mariz e Barros – D 26, Piauí – D 31,
Maranhão – D 33, Mato Grosso – D 34, Sergipe
– D 35 e Espírito Santo – D 38; NTrT Custódio
de Mello – G 20 e Soares Dutra – G 22; NO Belmonte
– G 24; NDCC Duque de Caxias – G 26 e Garcia D’Ávila
– G 28; S Riachuelo – S 22; AvApCo Almirante Hess
– U 30; EDCG Guaraparí – L 10, Tambaú
– L 11 e Camboriú – L 12, além de diversas
unidades do CFN e da ForAerNa
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Em 13 de dezembro, participou junto com o NDCC Duque de Caxias - G 26 e o S Humaitá - S 20, das comemorações do Dia Marinheiro em Itajaí.
No final dos anos 80 foram instalados os mísseis superfície-superfície Exocet MM 40, preenchendo uma lacuna importante no armamento do navio.
1988
Entre 4 e ? de abril, participou da Operação TEMPEREX-I/88, integrando a FT-48 sob o comando do ComenCh, VA José do Cabo Teixeira de Carvalho. Também participaram dessa comissão o NAeL Minas Gerais – A 11 (capitânia); F Niterói – F 40, Constituição – F 42 e União – F 45; CT Marcilio Dias – D 25, Mariz e Barros – D 26, Sergipe – D 35 e Mato Grosso – D 34; NT Marajó – G 27 e os S Humaitá – S 20 e Goiás – S 15.
Entre 27 de junho e 25 de agosto, participou da Operação CARIBE/88, integrando o Grupo-Tarefa sob o comando do ComemCh, VA José do Cabo Teixeira de Carvalho. O GT também era composto pelo NAeL Minas Gerais – A 11 (capitânia), F Constituição – F 42; CT Marcilio Dias – D 25 e Mato Grosso – D 34; NT Marajó – G 27 e o S Riachuelo – S 22, além de aeronaves da FAB e da ForAerNav. Essa comissão do tipo “ENDURANCE”, serviu para aprimorar o adestramento da Esquadra, realizar exercícios com unidades navais das Marinhas da Colômbia e EUA, exercer ação de presença e estreitar os laços de amizade com as nações amigas na região. Foram visitados os portos de Salvador-BA, Recife-PE, Fortaleza-CE, San Juan (Puerto Rico), Cartagena (Colômbia) e La Guaira (Venezuela). No regresso ao Rio de Janeiro, foi realizada uma Parada Naval em homenagem ao VA Cabo Teixeira, que se despedia do Comando-em-Chefe da Esquadra.
Tornou-se o primeiro navio da MB a realizar Controle de Interceptação, empregando um vetor da FAB em defesa de uma Força Naval que sofria um ataque aéreo simulado.
1989
Entre 22 e 27 de fevereiro, participou da Operação FRATERNO XI realizada em conjunto com navios da Armada Argentina. Além da F Defensora, integravam o GT brasileiro a F Niterói - F 40, os CT Alagoas - D 36 e Rio Grande do Norte - D 37 e os S Goiás - S 15 e Toneleiro - S 21. O GT argentino era comporto pelas Cv ARA Drummond - P 1 e ARA Granville - P 3.
Entre 13 e 19 de março, participou junto com a F Niterói - F 40 da Operação IBERIA 89, realizada em águas jurisdicionais espanholas. Também participaram desse exercício pela Armada Argentina as Corvetas ARA Drummond - P 1 e ARA Granville - P 3 e pela Armada Espanhola o Porta-Aviões SMS Dedalo - R 01, o Contratorpedeiro SMS Mendez Nunez - D 63, as Fragatas SMS Asturias - F 74, SMS Victoria - F 82 e SMS Numancia - F 83, as Corvetas SMS Diana - F 32 e SMS Infanta Cristina - F 34, e os Submarinos SMS Tonina - S 62 e SMS Mistral - S 73.
Em 24 de maio, recebeu a visita de uma comitiva de 12 parlamentares, que alem de conhecer todas as instalações do navio, teve a oportunidade de assistir manobras com o S Goiás - S 15, incluindo o lançamento de BOROC de exercicio, e de realizar um vôo de adestramento no He Lynx do navio.
Em 31 de agosto, acompanhada pelas F Niterói - F 40 e Constituição - F 42, acompanhou os primeiros disparos reais de mísseis ar-superfície Sea Skua realizados por um helicóptero Lynx contra o casco do ex-CT Santa Catarina - D 32, usado como alvo para o exercício.
Em outubro, participou de uma Parada Naval durante a Operação PRESIDENTEX, em homenagem ao Presidente da Republica, José Sarney, embarcado no NAeL Minas Gerais – A 11. Dessa Parada também participaram as F Niterói – F 40, Constituição – F 42, Liberal – F 43, Independência – F 44 e União – F 45; CT Maranhão – D 33, Mato Grosso – D 34, Sergipe – D 35, Alagoas – D 36, Rio Grande do Norte – D 37, Espírito Santo – D 38, Marcilio Dias – D 25 e Mariz e Barros – D 26; NTrT Custodio de Mello – G 20, Ary Parreiras – G 21 e Soares Dutra – G 22; NT Marajó – G 27; NE Brasil – U 27; NSS Gastão Moutinho – K 10 e os S Goiás – S 15 e Amazonas – S 16, que emergiram a bombordo do Minas Gerais.
1990
No primeiro semestre, realizou Periodo de Manutenção Geral (PMG), quando foram revisados todos os seus equipamentos, sistemas e controles das instalações de máquinas, feita a manutenção geral de todo o armamento e sensores, e realizada a instalação e integração ao sistema de armas do sistema de lançamento de misseis superficie-superficie Exocet - MM 40.
Em 7 de agosto, acompanhada pela Cv Inhaúma - V 30, prestou socorro ao M/V "Boj Catalyst", que se encontava a cerca de 170 milhas do Rio de Janeiro, e teve um tripulante gravemente ferido que foi removido pelo He Lynx N-3023, proveniente da BAeNSPA. O ferido foi transferido para o Hospital Naval Marcilio Dias (HNMD).
Entre 17 e 26 de setembro, participou da Operação TEMPEREX-II/90, realizada na área marítima entre o Rio de Janeiro e São Paulo. A FT-98, sob o comando do ComemCh, VA Jelcias Baptista da Silva Castro, era composta também pelo NAeL Minas Gerais – A 11, F Niterói – F 40 e Liberal – F 43; CT Paraná – D 29, Sergipe – D 35 e Espírito Santo – D 38; NT Marajó – G 27; S Tonelero – S 21 e Amazonas – S 16, além de helicópteros de vários esquadrões da ForAerNav e aviões P-16 do 1º GAE.
Em 10 de outubro, completou 1.000 dias de mar.
1991
Em 12 de abril, realizou exercicios A/S com a S Bahia - S 12, ao largo do Rio de Janeiro, que foram acompanhados por uma comitiva de parlamentares.
1992
Em 5 de março, completou 15 anos de incorporação, tendo atingido até essa data as marcas de 1.130,5 dias de mar e 280.000 milhas navegadas.
1993
Participou da Operação BATLANTIC, comemoração do 50 anos da Batalha Naval do Atlântico, na 2ª Guerra Mundial.
1994
Participou da Operação ONUMOZ, Missão de Paz da ONU em Moçambique.
Tornou-se o primeiro navio da MB a realizar operação com a Marinha da África do Sul.
Entre 3 e 11 de novembro, integrou o Grupo-Tarefa brasileiro que participou da Operação FRATERNO XIV, realizada em águas argentinas. Além da Defensora integravam o GT o NAel Minas Gerais - A 11 (capitania), o CT Pernambuco - D 30, a Cv Jeceguai - V 31 e o S Tupi - S 30. Participaram desse exercício pela Armada Argentina a F ARA Almirante Brown - D 10, e as Cv ARA Granville - F 33 e ARA Parker - F 44.
1996
Em 4 de março, foi criado o Comando do 1º Esquadrão de Fragatas (ComEsqdF-1) ao qual passou a ser subordinada.
Entre 3 e 15 de setembro, participou junto com a Cv Inhaúma - V 30 e o NT Almirante Gastão Motta - G 23 da Operação UNITAS XXXVII, realizada em águas argentinas. Também participaram desse exercício pela Armada Argentina as F ARA Almirante Brown - D 10, ARA La Argentina - D 11 e ARA Sarandi - D 13, e pela Marinha dos EUA o CT USS Moosbrugger - DD 980, a F USS John L. Hall - FFG 32 e o NDCC USS La Moure County - LST 1194. Foram visitados os portos de Rio da Plata e Ushuaia.
1997
Entre 17 e 27 de novembro, participou da Operação DRAGÃO XXXII, em Itaóca.
Entre 27 de novembro e 7 de dezembro, participou junto com a Cv Frontin - V 33, da Operação ENDURANCE II/97. No dia 27, realizou Apoio de Fogo Naval com tiro real com a Frontin, na Raia de Alcatrazes-SP. Foram realizados fundeios nas Enseadas do Sitio do Forte e do Abraão, na Ilha Grande. Na Enseada do Abraão, realizou transferência de aguada a contrabordo da Frontin.
1998
Entre 24 e 28 de junho, acompanhada da Constituição – F 42, participou da Operação VENBRAS 98, realizada no Caribe em conjunto com a Marinha Venezuelana. O GT brasileiro foi comandado pelo CMG Pedro Gomes dos Santos. Foram visitados os portos de La Guaira e Puerto La Cruz.
1999
Recebeu o prototipo do sistema de MAGE ET/SLR-1 "Defensor".
Participou da Operação TROPICALEX I/99, realizada na área maritima entre o Rio de Janeiro e Recife.
Em abril, participou do Exercício JTFEX-OPFOR 99-1, primeira operação da MB com a OTAN, realizada no litoral dos EUA. Além dos EUA e do Brasil, participaram as marinhas da Inglaterra, Holanda, França, Bélgica, Canadá e Alemanha. O JTFEX-OPFOR 99-1 se desenvolveu ao largo da Virginia e Carolina do Norte e também Jacksonville (Florida) e Porto Rico. Além do Grupo Anfíbio do Navio de Assalto USS Kearsarge - LHD 3 e do Grupo de Batalha do Porta-Aviões USS Theodore Roosevelt - CVN 71, participaram pela Marinha Holandesa as Fragatas Hr.Ms De Ruyter - F 806, Hr.Ms Van Nes - F 833, Hr.Ms Van Galen - F 834, o NT Hr.Ms Zuiderkruis - A 832 e o Submarino Hr.Ms Walrus - S 802; pela Marinha Belga a Fragata BNS Wandelaar - F 912, pela Marinha Francesa a Fragata FNS Jean de Vienne - D 643 e pela Marinha dos EUA o Cruzador USS Vella Gulf - CG 72, Fragata USS Elrod - FFG 55 e o Navio de Comando USS Mount Whitney - LCC 20, dentre outros.
2000
Teve retirado o prototipo do sistema de MAGE ET/SLR-1 "Defensor", que foi transferido para mais testes na Corveta Jaceguai - V 31.
Entre 8 e 17 de fevereiro, participou da Operação ADEREX-I/00, realizada na área compreendida entre Rio de Janeiro e Santos. Capitaneou o GT 802.1, formado pela 2ª Divisão da Esquadra, e que incluía também a F União – F 45, F Greenhalgh – F 46, CT Paraná – D 29 e a Cv Jaceguai - V 31. Também participaram do exercício, prestando apoio, o S Timbira, RbAM Almirante Guillobel e o NPa Gurupi, além de aeronaves da MB e da FAB.
Em 30 de abril, participou da Parada Naval dos 500 Anos do Descobrimento do Brasil. Participaram também dessa Parada, as F Rademaker - F 49, Bosisio - F 48, Independência - F 44 e União - F 45, CT Paraná - D 29, Cv Jaceguai - V 31, S Tonelero - S 21, NDCC Mattoso Maia - G 28, NOc Antares - H 40, NVe Cisne Branco - U 20 e o Navio Museu Laurindo Pitta. As unidades estrangeiras que participaram, foram NOc SAS Protea - A 324, da África do Sul; Cv ARA Spiro - P 43, da Argentina; F SMS Victoria - F 82, da Espanha; F USS Estocin - FFG 15, dos EUA; F Hr.Ms Van Speijk - F 828, da Holanda; NE ORP Wodnik - 251, da Polonia; NE NRP Sagres - A 520, de Portugal; CT HMS Southampton - D 90 e NT RFA Grey Rover - A 269, do Reino Unido; NE ROU Capitan Miranda - 20, do Uruguai; e a F ARV Almirante José Gárcia - F 26, e o NDCC ARV Esequibo - T 62, da Venezuela.
Participou da Operação TROPICALEX/APRESTEX 00, realizada na área marítima entre o Rio de Janeiro e Natal, integrando a FT 803, formada pela 2ª Divisão da Esquadra, sob o Comando do ComemCh. Também integravam a FT 803, as F Niterói, Greenhalgh, Rademaker; NDD Rio de Janeiro; Cv Jaceguai; CT Paraná e os NT Marajó e Almirante Gastão Motta. O S Timbira, navios do 1º, 2º e 3º DN e aeronaves da FAB apoiaram a Operação. Foram visitados os portos de Salvador-BA, Recife-PE, Cabedelo-PB, Natal-RN e Maceió-AL.
Em 30 de maio, parada do navio para ser submetido ao Programa de Modernização - ModFrag. Ate essa data tinha atingido as marcas de 1814,0 dias de mar e 445.747,4 milhas navegadas.
Em 1º de junho, o navio foi docado para ser submetido ao Programa de Modernização - ModFrag, com término previsto para agosto de 2003.
2001
Em 31 de janeiro, passou a subordinação do Comando do 1º Esquadrão de Escolta (ComEsqdE-1), criado pelo Decreto n.º 3682 de 06/12/2000, o mesmo que extinguiu o ComEsqdF-1.
2003
Realizou a avaliação operacional do novo sistema de MAGE ET/SLR-1 "Defensor", que recebeu esse nome em homenagem ao navio.
No dia 11 de fevereiro, realizou exercício de tiro contra de tipo sul-africano rebocado pelo RbAM Triunfo - R 23.
Entre 19 e 31 de maio, participou da Operação TROPICALEX 03, integrando a FT-705, sob o comando do ComenCh, VA Miguel Ângelo Davena, realizada entre o Rio de Janeiro e Salvador. A FT era composta também pelo NAe São Paulo - A 12 (capitânia), NDCC Matoso Maia - G 28, pelas F Dodsworth - F 47, Bosísio - F 48, Rademaker - F 49 e União - F 45, pelos CT Pará - D 27 e Pernambuco – D 30, pelo S Tupi - S 30, e pelos NT Marajó - G 27 e Almirante Gastão Motta – G 23. Participaram como unidades isoladas os NPa Graúna - P 42 e Goiana - P 43 do 3º DN, os S Tupi - S 30, Timbira - S 32 e Tapajó - S 33, além de aeronaves dos EsqdHA-1, EsqdHI-1, EsqdHS-1, EsqdHU-1, EsqdHU-2 e EsqdVF-1. Foi visitado o porto de Salvador-BA.
Entre 23 e 39 de julho, realizou comissão para cumprir o CIASA.
Em outubro, participou da FRATERNO XXIV, realizadas em águas argentinas.
Entre 16 e 26 de outubro, participou da UNITAS XLV, realizadas em águas argentinas, integrando GT com o S Timbira - S 32, além da F ARA Heroina, das Cv ARA Espora, ARA Rosales e ARA Parker, do NT ARA Patagonia - B 1, do S ARA Santa Cruz e do NAux ARA Teniente Olivieri da Marinha Argentina, do CT USS Stump - DD 978 e da F USS Robert G. Bradley - FFG 49 da Marinha dos EUA, da F BAP Montero da Marinha do Peru, da F ROU Montevideo da Marinha do Uruguai, das F SMS Alvaro de Bazan - F 101 e SMS Extremadura e do NT SMS Patiño - A 14 da Armada Espanhola.
Em novembro, realizou exercício PASSEX com as F SMS Álvaro de Bazán - F 101 e SMS Extremadura e o NT SMS Patiño - A 14, da Marinha Espanhola. Também nessa ocasião foi realizado PASSEX com a F HMS Lancaster - F 229, da Royal Navy, que retornava a Inglaterra depois de seis meses de patrulha pelo Atlântico Sul.
2004
Em 23 de março, realizou com sucesso o lançamento do primeiro míssil superfície-ar Aspide na MB, contra um drone Banshee 520, que voava a 200 nós.
Em junho, faltavam ser realizados os Testes do primeiro navio, que incluiam Teste de Interferência Eletromagnética, Teste de Efeitos de Irradiação, Teste de Efeito Sopro, e a instalação de um modulo SLDM Chaff. A Defensora, foi a única unidade da classe a receber o Sistema de Controle de Avarias (SCAV). A previsão para o termino dos trabalhos era então outubro de 2005.
Em 4 de agosto, durante a Operação ESQUADREX 04, realizada na área marítima entre o Rio e Vitória, participou de uma Parada Naval junto com as F Bosisio – F 48 e Rademaker – F 49, a Cv Inhaúma – V 30, o CT Pará – D 27, o NT Marajó – G 27 e os S Tupi – S 30 e Tapajó – S 33, assistida pelo Presidente da Republica Luiz Inácio Lula da Silva e comitiva, embarcada no NAe São Paulo – A 12.
Entre 6 e 19 de novembro, integrando o GT brasileiro junto com o S Tamoio - S 33, participou da Operação UNITAS XLVI realizada em águas uruguaias e argentinas sob o comando operacional do Contra-Almirante (ROU) Oscar P. Debali de Pelleja. Também participaram do exercício a F ARA Sarandi, Cv ARA Spiro e S ARA San Juan, CTG CMG (ARA) Antonio Torres da Armada Argentina; F SPS Victoria e NT SPS Patiño, pela Armada Espanhola; F ROU Montevideo, NV ROU Audaz, ROU Temerario e ROU Fortuna, NPa ROU 15 de Noviembre e ROU 25 de Agosto, e os NAp ROU Maldonado e ROU Oyarvide, pela Armada Uruguaia; a F USS John L. Hall - FFG 32 e USS De Wert - FFG 45, CTG CA (USN) Vinson Smith, da da Marinha dos EUA. Também participaram aeronaves orgânicas de vários navios e aviões HC-130 e Lear Jet da USAF.
Em novembro, participou da Operação FRATERNO XXIII, realizada no litoral entre Itajaí-SC e Cabo Frio-RJ, junto com a F Rademaker - F 49 e o S Tapajó - S 33, além da F ARA Sarandi, Cv ARA Spiro e o S ARA Santa Cruz.
2005
Entre
os dias 19 e 26 de janeiro, participou da Operação ASPIRANTEX
05, realizada nos litorais do Rio de Janeiro e São Paulo, incluindo
Ilha Grande-RJ, São Sebastião-SP e Alcatrazes-SP, como
capitânia do GT 701.1, que era comandado pelo CA Edu
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Em 21 de janeiro, ainda durante a Operação ASPIRANTEX, foi batido o recorde vôo sobre o mar de um He Super Lynx da MB, quando a aeronave N-4001, pilotada pelo CT (AvN) Gilberto Roque Carneiro Jr. e comandada pelo CF (AvN) David Serafin Sicca Lopes, foi lançada pela Defensora e permaneceu no ar das 11:30h às 14:30h.
Em 16 de julho, retornou ao setor operativo, sendo entregue a Esquadra.
Entre 15 de agosto e 2 de setembro, participou da Operação ESQUADREX 05, sob o comando do VA Aurélio Ribeiro da Silva Filho, ComenCh e dos CA Antonio Alberto Marinho Nigro, ComForSup e Sergio Antonio da Conceição Freitas, ComDiv1Esq. Além da Defensora, que foi a capitânia, também estiveram presentes na comissão, o NDD Ceará – G 30, as F Liberal – F 43, Independência – F 44 e Rademaker – F 49, CT Pará – D 27, Cv Inhaúma – V 30, NT Marajó – G 27 e o S Tapajó - S 33. Também participaram em apoio a operação os NPa Guaporé – P 45 e Gurupá – P 46. Depois de escalarem em Santos-SP entre os dias 19 e 22, a FT suspendeu para Vitória-ES. No retorno ao Rio de Janeiro, foram realizados exercícios de Controle de Área Marítima (CAMEX). Durante a Operação estiveram embarcados observadores da FAB e do EB, e na fase de CAMEX houve a participação de aeronaves P-95A/B Bandeirulha dos quatro Esquadrões do 7º GAv e R-99A do 2º/6º GAv.
Entre 20 e 28 de setembro, integrando como capitânia um GT com as F Liberal - F 43, Independencia - F 44 e Greenhalgh - F 46, o CT Pará - D 27, as Cv Inhaúma - V 30 e Jaceguai - V 31, o NT Marajó - G 27 e o S Tupi - S 30, participou da Operação MISSEX-05, quando foi afundado em alto-mar, ao largo da costa do Rio de Janeiro, o casco do ex-NTrT Soares Dutra - G 22, que depois de receber um míssil Exocet MM-40 disparado pela F Greenhalgh - F 46, disparos de canhão dos navios do GT, foi finalmente posto a pique por uma esquadrilha de caças A-1 AMX. Foi visitado o porto de Santos-SP.
Em 16 de outubro, participou da Parada Naval ao longo da orla do Rio de Janeiro, como parte das comemorações dos 183 anos da criação da Esquadra brasileira, junto com a F Rademaker – F 49, Bosísio – F 48, Niterói – F 40, Liberal – F 43 e Independência – F 44, as Cv Jaceguai – V 31, Júlio de Noronha – V 32, Frontin – V 33, e o CT Pará – D 27, além de vários helicópteros da ForAerNav.
Entre 10 e 17 de outubro, participou da Operação FRATERNO XXIV, que teve lugar em águas brasileiras ao largo do Rio de Janeiro. O GT brasileiro foi formado também pelo NDD Ceará – G 30, e S Tapajó – S 33; e o argentino pela F ARA Almirante Brown – D 10, Cv ARA Robinson – P 45 e o S ARA Santa Cruz – S 41. Entre diversos exercícios, foi realizada uma incursão anfíbia completa na área do Centro de Adestramento da Ilha da Marambaia por uma CiaFN e um Destacamento do Btl Tonelero. O exercício também contou com a participação da FAB.
Entre os dias 10 e 12 de dezembro, esteve em Santos-SP, acompanhado da F Niterói - F 40.
2006
Entre 16 de janeiro e 2 de fevereiro, participou da Operação ASPIRANTEX-06, sob comando do CA Sérgio Antonio da Conceição Freitas, Comandante da 1ª Divisão da Esquadra, e foi realizada na área marítima entre o Rio de Janeiro e a Bahia. Primeiro grande exercício da Esquadra no ano, foi mais uma vez realizado com o intuito de manter o aprestamento das forças navais e proporcionar treinamento no mar para aspirantes da Escola Naval e dos oficiais-alunos da Escola de Formação de Oficiais da Marinha Mercante. Também fizeram parte do Grupo-Tarefa as F Niterói – F 40 e Rademaker – F 49; a Cv Jaceguai – V 31; o NDD Rio de Janeiro – G 31; o NDCC Mattoso Maia – G 28; o NTrT Ary Parreiras – G 21; o NT Marajó – G 27; os S Tamoio – S 31 e Tupi – S 30; e diversas aeronaves da ForAerNav. Além dos meios da Esquadra, participaram, também, o RbAM Tridente – R 22 e o NPa Guaporé – P 45, ambos do 1º Distrito Naval, e aeronaves P-95A Bandeirulha do 4º/7º GAv e A-1 AMX do 1º/16º GAv, da Força Aérea Brasileira. Os navios estiveram nos portos de Salvador-BA, entre 20 e 24 de janeiro, e em Vitória-ES, de 27 a 30 de janeiro.
Entre 26 e 30 de outubro, esteve em Santos-SP, onde no dia 27 deu a largada da 56º edição da Regata Santos-Rio.
R e l a ç ã o d e C o m a n d a n t e s
I m a g e n s
B i b l i o g r a f i a
- Baker III, A.D. Combat Fleets of the World 1998-1999. Annapolis, MD: Naval Institute Press, 1998.
- Mendonça, Mário F. e Vasconcelos, Alberto. Repositório de Nomes dos Navios da Esquadra Brasileira. 3ª edição. Rio de Janeiro. SDGM. 1959. p.79.
- NOMAR - Notícias da Marinha, Rio de Janeiro, SRPM, n.º 414, dez. 1977; n.º 436, out. 1979; n.º 439, jan. 1980; n.º 440, fev. 1980; n.º 444, jun. 1980; n.º 450, dez. 1980; n.º 454, abr. 1981; n.º 457, jul. 1981; n.º 503, jul. 1985; n.º 527, jul. 1987; n.º 531, nov. 1987; n.º 533, jan. 1988; n.º 534, fev. 1988; n.º 537, mai. 1988; n.º 542, out. 1988; n.º 550, jun. 1989; n.º 556, dez. 1989; n.º 567, nov. 1990; n.º 568, dez. 1990; n.º 569, jan. 1991; n.º 573, mai. 1991; n.º 583, mar. 1992; n.º 696, abr. 2000; n.º 699, jul. 2000; n.º 766, fev. 2006.
- Folheto da Cerimônia de Aceitação e Incorporação da Fragata Defensora, Southampton, Shirley Press Ltd., 5 março 1977.
- Revista Segurança & Defesa, N.º7, Rio de Janeiro, Contec Editora, 1985.
- Revista Tecnologia & Defesa, São Paulo, n.º 13, 1984; n.º 21, 1985.
- Gazeta Marinera Digital, 2003 e 2004.
- Jornal A Tribuna, 9/dez/2005.
- DefesaNet - www.defesanet.com.br
- Pagina Oficial da Armada del Uruguay - www.armada.gub.uy (1) O lema da fragata Defensora - "Dum defendo, oppugno" (enquanto defendo, ataco), demonstra bem a versatilidade dos navios da classe Niterói, e foi de escolha de seu primeiro Comandante. (2) A Fragata Defensora também é chamada pela sua tripulação de "A Deusa." |
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